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Sugestões de Itinerários |
FUNCHAL – SÃO VICENTE – RIBEIRA DA JANELA – FANAL – PAÚL DA SERRA – FUNCHAL (4 horas)
Saia do Funchal pela via rápida no sentido Oeste - Câmara de Lobos/Ribeira Brava. Após um percurso de 15 minutos irá chegar ao final da via rápida e aí deverá seguir a direcção São Vicente.
Suba a estrada na direcção da Encumeada e aproveite para apreciar o belo vale da Ribeira Brava, na freguesia da Serra d`Água. Ao chegar a uma bifurcação, siga novamente a direcção Encumeada, pela estrada regional. A partir daí será obrigado a uma inclinada subida até ao topo da Serra da Encumeada, localizada a mais de 1 000 metros de altitude. Ao chegar à Boca da Encumeada, aproveite para parar no miradouro de onde poderá observar a vertente norte e sul da serra e a crista da cordilheira que atravessa o interior da Madeira. A partir daí a estrada desce pela vertente norte, sempre acompanhada pelas deslumbrantes paisagens do vale de São Vicente.
Ao chegar à Vila de São Vicente, estacione o carro e passeie um pouco por esta pitoresca vila. Depois, desça pela estrada até encontrar o oceano, vire à esquerda na direcção do Porto Moniz e deleite-se com a extraordinária paisagem da costa norte, com as suas altas escarpas cobertas de vegetação que descem até ao mar. Continue na direcção do Seixal / Porto Moniz e entre na estrada regional 104. Esta é das estradas mais excitantes e bonitas da Madeira, pois foi escavada em plena escarpa com o mar apenas um pouco mais abaixo. Agora tem apenas um sentido, mas antes da construção do túnel era a única via de acesso com dois sentidos, pelo que a circulação era uma verdadeira aventura devido à sua estreiteza.
Pare depois no miradouro do véu da noiva. Aí poderá observar uma pequena cascata de água que sai da montanha, a algumas centenas de metros, directamente para o mar, lembrando o véu de uma noiva.
Continue em direcção à vila do Seixal e, quando aí chegar, desça ao recém construído porto. Depois continue em direcção ao Porto Moniz e, logo após um comprido túnel, vire à direita na direcção Ribeira da Janela. Prepare-se para uma longa subida onde, para não variar, verá lindas paisagens de montanha e mar. Um pouco acima da Ribeira da Janela, fica o Fanal, um magnífico santuário de árvores raras: tiles e vinháticos centenários. Pare o carro e dê um passeio no meio destas magníficas árvores.
Continue a subida até um enorme maciço central chamado Paul da Serra, com uma vista deslumbrante. É a prova da imensa diversidade da paisagem desta ilha, pois este planalto despido tem uma paisagem quase lunar, completamente diferente da que o acompanhou até agora.
Siga novamente a direcção da Encumeada e depois é só seguir as indicações para o Funchal.
FUNCHAL – MONTE - POISO – PICO DO AREEIRO – FUNCHAL (3 horas)
Suba pela rua 31 de Janeiro e quando chegar aos semáforos imediatamente após os Jardins de Santa Luzia, vire à direita na direcção Monte. A partir daqui é sempre a subir até ao Pico do Areeiro (1810 metros).
Quando chegar ao Monte, a 314 metros de altura, pare e dê um passeio por esta pitoresca e histórica freguesia onde encontrará vários motivos de interesse:
- os dois teleféricos que o levam ao Funchal ou ao Jardim Botânico;
- os carros de cesto que proporcionam uma vertiginosa descida até ao Funchal em carros feitos de vimes que têm a forma de uma cadeira, com lotação para duas ou três pessoas;
- o Jardim Tropical Monte Palace, que ocupa uma área de 70.000 m2 e é rico em vegetação exuberante que tem sido aumentada com plantas vindas de todo o mundo. Este Jardim também oferece a oportunidade de observar um grande leque de obras de arte.
Continue a sua subida e aproveite para parar no Poiso, onde poderá beber uma “poncha” na “Casa de Abrigo do Poiso”, mas apenas se não for o condutor da viatura, pois esta tem um elevado grau alcoólico.
Logo após o Poiso vire à direita na direcção do Pico do Areeiro. Prepare-se para ver paisagens de cortar a respiração, não só pela sua beleza, mas também pela altura dos abismos mesmo junto à estrada, pois esta foi construída a recortar a montanha que, recordamos, leva ao 2º Pico mais alto da Madeira. Ao chegar ao miradouro do Areeiro (1810 m), poderá observar à distância um carreiro que se dirige, pelo alto das montanhas, para nordeste. Esta vereda, de percurso fácil, irá conduzi-lo ao Pico Ruivo (1862 m) o ponto mais alto do arquipélago.
Após esta extraordinária paisagem, volte para trás e faça o mesmo percurso até ao Funchal.
FUNCHAL – CAMACHA – SANTO DA SERRA – MACHICO – FUNCHAL (3 horas e meia)
Vá pela via rápida no sentido do Caniço e saia na direcção Camacha. A partir daqui irá subir por uma estrada de montanha completamente rodeada da típica vegetação verde da ilha.
Ao chegar à Vila da Camacha, encha os pulmões com o ar fresco de montanha e passeie por esta pitoresca localidade onde encontrará boas lojas de produtos regionais e vários restaurantes. Tudo isto rodeado de imensos pinheiros, carvalhos, castanheiros, cedros e diversas outras espécies indígenas e exóticas. A Camacha, é particularmente conhecida pelo seu folclore, nomeadamente o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha, que para além de bailar e cantar, anima também as festas e dinamiza actividades extra no Concelho de Santa Cruz.
Continue a sua subida até à Vila do Santo da Serra e, quando lá chegar, estacione o carro na praça, que constitui o centro da freguesia (marco da separação do concelho de Santa Cruz e Machico). É uma freguesia muito popular na Madeira, principalmente aos fins-de-semana, dado que são muitas as pessoas que se dirigem até lá para fazerem compras e usufruir de uma tarde bem passada. Experimente a Sidra, uma bebida típica desta zona.
Dê um passeio pela quinta localizada junto à praça central, onde encontrará um mini jardim zoológico. Outra atracção desta freguesia é o Campo de Golf.
Continue o seu passeio em direcção a Machico. Ao descer a montanha, poderá parar para admirar o vale de Machico, que desemboca no oceano. Ao chegar à cidade de Machico, estacione o carro junto à marginal e dê um relaxante passeio pela promenade junto à praia. Esta cidade também é conhecida pela qualidade dos seus restaurantes e pela animada vida nocturna, com bons bares e a discoteca “La Barca”.
Ao sair de Machico, siga em direcção ao Funchal pela via rápida. As direcções estão bem sinalizadas.
FUNCHAL – RIBEIRA BRAVA – PONTA DO SOL – MADALENA DO MAR – CALHETA – JARDIM DO MAR – PAÚL DO MAR – PONTA DO PARGO – FUNCHAL (5 horas)
Vá pela via rápida na direcção da Ribeira Brava e, no final da auto estrada, siga novamente a direcção Ribeira Brava. Desça pela estrada que acompanha a ribeira e, ao chegar à rotunda, continue no sentido Ribeira Brava até chegar à estrada junto ao mar. Aí pode optar por dar um passeio pela marginal da cidade da Ribeira Brava, ou então virar à direita na direcção da Ponta do Sol. Esta estrada construída junto ao oceano, na base de altas escarpas, vai até ao Lugar de Baixo, a freguesia com mais horas de sol por ano de todo o arquipélago. Posteriormente irá atravessar um túnel que o levará a uma rotunda. Saia na direcção Ponta do Sol e vá até à Marginal desta pitoresca Vila. Continue em direcção à Calheta / Madalena do Mar. Ao chegar a esta última, antes do túnel que leva à Calheta, pare o carro no parque de estacionamento da zona balnear, dê um passeio na ”promenade” da Madalena do Mar e, caso esteja bom tempo, dê um mergulho no Oceano Atlântico. Também pode aproveitar para comer óptimo peixe no Restaurante “Preia Mar”, junto à promenade.
Depois vá à Vila da Calheta, situada no meio de um vale e rodeada de magníficas montanhas altas, onde existe uma praia artificial de areia amarela, vinda de Marrocos. Aproveite e visite a Centro das Artes Casa das Mudas, edifício premiado do Arquitecto Paulo David, que se ergue numa falésia em queda sobre o mar.
Continue a sua viagem em direcção ao Jardim do Mar, pequena Vila que já foi considerada um dos melhores locais do mundo para a prática de surf, antes da construção de uma “promenade” que, pelo facto de ter sido construída mar adentro, impede a formação de ondas gigantes que atraíam surfistas de todo o mundo. Mais a oeste fica o Paul do Mar, vila piscatória rodeada de majestosas montanhas.
Após o Paul do Mar, encontrará o caminho mais sinuoso deste percurso, ao subir a estrada que dá acesso à Fajã da Ovelha. Continue na direcção da Ponta do Pargo. Esta Vila foi assim baptizada, pelo facto histórico de os primeiros colonizadores terem pescado um pargo, ao contornarem-na. “É o extremo ocidental da ilha, rochosa, muito alta, a pique sobre o mar (...)”. Daí, o farol que foi erigido naquela ponta, ter tomado o nome de farol da Ponta do Pargo. Ao contrário do resto da ilha, a zona onde foi implantada é plana, sem vegetação densa.
O passeio acabou. É hora de voltar para o Funchal, seguindo o mesmo percurso no sentido inverso.
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Locais de Visita Obrigatória |
Na opinião do autor, estes são os melhores locais da Madeira para visitar:
Fajã dos Padres
A publicidade chama-lhe: “uma ilha dentro da ilha”. É uma frase que se ajusta perfeitamente a este paraíso na terra.
As fajãs formam-se com a queda das falésias devido à erosão costeira. Foi um fenómeno destes que deu origem à Fajã dos Padres.
Acessível apenas por mar ou através de um elevador panorâmico, a Fajã dos Padres é uma língua de terreno sob uma falésia de 250 metros.
O microclima da Fajã é favorável ao cultivo de várias espécies como a manga, abacate, banana, uvas, papaia, pitanga, figo e o maracujá.
Existe uma praia de calhau que acompanha a Fajã de uma ponta a outra, convidando os visitantes a um mergulho nas suas águas transparentes.
No restaurante, aberto das 10:00 às 18:00, poderá saborear um bodeão, lapas ou atum salpresado.
Como não há carros, a partir as 18:00, se optar pelo alojamento numa das casas de turismo de habitação à sua disposição, os únicos barulhos presentes serão os das ondas do mar, dos pássaros e do vento.
Aproveite, pois este é um lugar muito especial.
Para lá chegar, vá pela via rápida no sentido Funchal – Ribeira Brava e entre na saída Cabo Girão/Quinta Grande. A partir daí siga a sinalização que indica Fajã dos Padres.
Pico do Areeiro e Pico Ruivo
Existe um trilho que liga os dois picos mais altos da Ilha da Madeira, o Pico Ruivo (1861 m) e o Pico do Areeiro (1817 m).
Dependendo do percurso, tem 5,6 ou 7 Kms, numa caminhada de aproximadamente 4 horas. Apesar de exigir algum esforço físico, as paisagens assombrosas que terá oportunidade de ver justificam o esforço.
Este é o único local conhecido no Mundo onde ocorre a nidificação da Freira da Madeira (Pterodroma madeira), espécie endémica da ilha e considerada a ave marinha mais ameaçada da Europa. Aves como o Melro-preto, o Tentilhão-da-madeira e o Bis-bis podem observar-se mesmo nos pontos mais elevados. O pintarroxo-comum e a perdiz-comum também habitam o pico Ruivo.
Para atingir o Pico Ruivo contornamos o Pico das Torres numa subida através de uma escadaria escavada na rocha, seguida de uma descida. Depois terá que subir até à Casa de Abrigo do Pico Ruivo. Ao longo do percurso encontram-se várias grutas escavadas nos tufos vulcânicos, onde o gado se refugiava e que serviam de abrigo aos pastores. Podemos ainda observar diversas aves.
O Pico Ruivo apresenta dois tipos principais de coberto vegetal: as formações de urze e uma vegetação rala, dominada por plantas de porte herbáceo e subarbustivo com algum interesse botânico.
Até há alguns anos, as suas encostas eram utilizadas na criação de cabras, ovelhas e vacas. No entanto, por motivos de conservação da natureza (como a protecção da Freira-da-Madeira e das comunidades vegetais de altitude), esta prática foi proibida, encontrando-se neste momento toda a área do Pico e arredores, em recuperação.
A forma mais simples de lá chegar é subir a estrada que vai ter ao Monte, continuar em direcção ao Poiso e, ao chegar, vire à esquerda na direcção Pico do Areeiro.
Chão da Ribeira
Entre São Vicente e a vila do Seixal, viramos à esquerda na direcção Chão da Ribeira (sinalizada com uma placa, pouco antes de chegar ao Seixal), subindo um caminho íngreme, que permite observar magníficas paisagens de grande parte da costa norte. Um pouco mais acima, encontramos em ambos os lados da estrada, antigos palheiros convertidos em casas, muitas delas para turismo de habitação, cobertas de musgo.
Depois entramos no espectacular vale do Chão da Ribeira, envolto por uma riquíssima variedade de plantas e arbustos pertencentes à floresta Laurissilva.
O leito da ribeira encontra-se ocupado por terrenos agrícolas e respectivas casas de alfaias, apresentando um cenário verdadeiramente bucólico.
Nesta localidade, pode desfrutar também, de uma excelente refeição no restaurante "Casa de Pasto Justiniano", nomeadamente uma saborosa espetada à madeirense em pau de louro ou uma truta grelhada.
Mais acima estão instalados os viveiros de trutas. Mas tenha cuidado ao entrar, pois uma matilha de “ferozes” cães protege o local e estes, ao contrário dos donos madeirenses, não são muito simpáticos com os forasteiros.
Eira do Serrado e Curral das Freiras
O Miradouro da Eira do Serrado surpreende o visitante com um espectáculo único de cor e beleza natural. Situado a uma altitude de 1095 metros, daqui vislumbra-se um amplo vale recôndito, de onde se pode avistar a pequena vila do Curral das Freiras.
A freguesia do Curral das Freiras constitui motivo de interesse, o que lhe advém do facto de se situar na profundidade de um vale, rodeado de altas montanhas, constituindo uma das panorâmicas de maior beleza da ilha e, por esse facto, uma das mais procuradas pelos turistas. Na realidade é ímpar a beleza que se desfruta desta localidade, a partir da Eira do Serrado, e que constitui o miradouro por excelência para contemplar esta freguesia.
Suba o caminho de Santo António, no Funchal, e siga as direcções que indicam Eira do Serrado/Curral das Freiras.
Cabo Girão
Situado a oeste do Funchal é um promontório quase vertical com 580 m de altura disponibilizando uma magnífica vista para o mar, para Câmara de Lobos e para o Funchal, razão pela qual é um local muito visitado. Este é o segundo cabo mais alto do mundo. Debruçarmo-nos sobre o corrimão metálico, no miradouro, é uma verdadeira aventura pouco aconselhável aos que sofrem de vertigens.
Para lá chegar vá pela via rápida Funchal – Ribeira Brava e entre na saída Cabo Girão.
De Ponta Delgada ao Arco de São Jorge
A partir de São Vicente, no norte da ilha, vá na direcção de Ponta Delgada e, ao passar por esta, siga em direcção à Boaventura. Esta estrada foi cavada na falésia e, em determinadas zonas, só existe espaço para uma viatura, pelo que, em dias de muito movimento, terá que se preparar para algumas manobras de marcha-atrás. O cenário compensará as eventuais dificuldades rodoviárias. Alguns quilómetros mais à frente encontrará a vila do Arco se São Jorge, rodeada de altas escarpas que, no Inverno, só apanha sol durante algumas horas do dia.
Esta é a zona mais “primitiva” (no bom sentido) da ilha, pois aqui ainda não chegaram as vias rápidas, pontes e viadutos, pelo que o cenário se mantém relativamente virgem, com uma luxuriante vegetação, o oceano a sul e as altas montanhas a norte.
Ponta de São Lourenço
Ao entrar no túnel que liga Machico ao Caniçal, prepare-se para sair de um mundo verde e luxuriante e entrar noutro árido e despido. A Ponta de São Lourenço localiza-se no extremo oriental da ilha e este é o local onde as montanhas, o mar e a natureza se combinam para dar resultado a um fabuloso milagre da mãe natureza.
As formações rochosas aí existentes assumem diferentes tonalidades e conseguimos ter uma perspectiva que permite distinguir a paisagem mais suave e harmoniosa do sul, em contraste com a orografia abrupta, agressiva e assustadora do norte. Repare também na diferença entre o mar meridional, calmo e transparente, e o setentrional, com as suas constantes ondas a esculpirem a costa de figuras ameaçadoras.
Consegue-se visualizar as costas norte e sul da ilha da Madeira, bem como avistar a ilha do Porto Santo.
Ao voltar, e se tiver apetite, aproveite para passar na vila do Caniçal num dos vários restaurantes junto ao porto e experimente os deliciosas castanhetas, peixe de pequena dimensão mas de sabor agradável.
Ribeiro Frio

Suba a estrada regional do Funchal para o Monte e depois de passar esta localidade, siga na direcção do Poiso. Ao chegar, encontrará uma placa com a indicação de Ribeiro Frio, que fica na vertente norte da montanha, já no Concelho de Santana. Aqui estará em contacto com a Laurissilva que cobre as imponentes montanhas.
Passe pelos viveiros de trutas aí existentes e, se for apreciador, saboreie um destes peixes de água doce no pitoresco Restaurante Ribeiro Frio ou no Snack Bar Faísca.
Se lhe apetecer uma caminhada, encontrará uma indicação do caminho até ao miradouro dos Balcões. Ao longo daquele poderá começar a procurar algumas espécies de aves. O miradouro dos Balcões com uma impressionante vista sobre as encostas cobertas de Laurissilva, proporciona um excelente ponto de observação onde pode avistar grande variedade de aves: Pombo da Rocha, Pombo Torcaz, Fura Bardos, Francelhos, Mantas, Bis-bis, Tentilhões e Papinhos.
Ilhas Desertas
Na Marina do Funchal encontra várias empresas que lhe podem proporcionar uma viagem às ilhas Desertas. A partida far-se-á de manhã e a viagem dura à volta de 2 horas de ida, mais 2 horas de volta.
Situadas a 15 milhas, a sudeste da Madeira, são Reserva Natural e habitat de uma colónia de lobos-marinhos. São três pequenas ilhas de origem vulcânica: Ilhéu Chão, Deserta Grande e Bugio.
As ilhas foram propriedade privada de duas famílias inglesas da Madeira entre 1894 e 1971 (tal como foram as Ilhas Selvagens), tendo sido compradas então pelo estado português e convertidas em Reserva Natural.
São habitadas apenas pelos vigilantes do Parque Natural, pelo que, além da casa pré fabricada que os alberga, não têm outras infra-estruturas importantes. Delicie-se com um mergulho nas águas cristalinas, observando grande quantidade e variedade de peixes que não fogem perante a presença humana ou então dê um passeio pela ilha, habitat de espécies únicas, como uma colónia de 23 lobos-marinhos, cagarras, roque de castro, alma negra, freira do bugio, entre outras, com especial destaque para a tarântula das desertas, espécie endémica. Ao nível de flora, grande variedade de plantas incluindo 33 endemismos do arquipélago da Madeira e dois exclusivos das Ilhas Desertas.
Santana
Santana é famosa pelas suas casas típicas de colmo, em forma de “V” invertido. Este município tem os seus usos e costumes ancestrais numa faceta etnográfica e folclórica, de genuína tradição que ainda hoje se conserva. A partir do alvará régio de 4 de Junho de 1552, Santana tornou-se freguesia independente. Em 1835 ascendeu a vila e sede do Concelho e a 1 de Janeiro de 2001, Santana foi elevada à categoria de Cidade.
Uma das melhores maneiras de conhecer a riqueza natural de Santana é aventurar-se pelas fascinantes levadas, veredas, jardins e estradas, ornamentadas por Buxos e Hortênsias que nos conduzem, por exemplo, ao Caldeirão Verde, ao Pico Ruivo e Pico do Areeiro, ao Ribeiro Frio, ao Parque das Queimadas e a muitos outro locais de impressionante beleza, tais como: Achada do Teixeira, Homem em Pé, Pico das Pedras, Cova da Roda e Rocha do Navio.
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Gastronomia |

A Madeira foi povoada por colonizadores de várias regiões de Portugal Continental, que transportaram as suas tradições gastronómicas. A partir do século XV, período de expansão portuguesa, a Madeira recebe os produtos vindos dos novos territórios. O açúcar, os frutos, os legumes, o milho e a batata, facilmente se adaptaram aos microclimas da ilha.
É nesta mistura de sabores tipicamente nacionais e exóticos que encontramos a singularidade gastronómica madeirense.
Se começarmos pelas sopas, encontramos a sopa de trigo, sopa de tomate e cebola com ovo escalfado, a sopa de pimpinela ou, se o dia estiver mais frio, uma açorda feita à base de pão, alho, ovo escalfado, segurelha, água e azeite.
Ao falarmos de peixe, os inevitáveis atum - em bife, de cebolada, grelhado ou de escabeche - e o peixe espada preto - de cebolada com milho frito, em filetes com banana ou com molho de maracujá. Não esquecer o saboroso bodião, grelhado ou frito, acompanhado de batatas cozidas.
Indispensáveis, são as lapas grelhadas com alho e limão, entrada ideal para qualquer repasto de peixe. Já que falamos de entradas, o bolo do caco ou o tradicional pratinho de polvo e de camarões, põem os sentidos em delírio. O picado, feito com pequenos cubos de carne de vaca fritos com alho e batatas fritas a acompanhar, é outro pitéu a degustar.
Nos pratos de carne, a carne de vinho e alhos é deliciosa, mas o ex libris é a espetada de carne grelhada em pau de louro sob o carvão bem quente, acompanhada por milho frito, o inhame cozido e umas fatias de pão caseiro com sabor a batata doce.
Num clima sub tropical, a fruta é deliciosamente tropical: manga, banana, pêra abacate, anona, pitanga, ananás, papaia e maracujá. Mas se a sua inclinação forem os doces, as queijadas e os rebuçados de funcho, irão satisfazer o seu apetite. O bolo de mel é o doce mais popular, é muito rico e variado de ingredientes: mel de cana e as especiarias vindas da Índia. Diz-se que resultou de uma adaptação da receita do Christmas pudding trazido para a Madeira pelos turistas e residentes ingleses.
Para ajudar a digerir todos estes manjares divinos, sugiro um Vinho da Madeira. Se pretende fazer uma noitada, vá a Câmara de Lobos beber a “nikita” e a poncha. Mas tenha cuidado, sobretudo com a última. Apesar do sabor ser relativamente suave, o efeito não o será, pois leva aguardente de cana-de-açúcar.
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Museus |
FUNCHAL
Museu de Arte Sacra do Funchal
Localizado no coração da cidade do Funchal, é constituído por dois núcleos fundamentais:
- Arte Flamenga, Pintura, Escultura e Ourivesaria, desde fins do século XV até ao fim da primeira metade do século XVI;
- Arte Portuguesa desde inícios do século XVI até meados do século XVIII, de Pintura, Escultura, Ourivesaria e Paramentaria.
Endereço – Rua do Bispo, 21 – 9000 – 073 Funchal
Telefone – 291 228900
E mail – masf@netmadeira.com
Web – www.museuartesacrafunchal.org
Encerrado à Segunda – Feira e Feriados
Museu da Quinta das Cruzes
Este espaço tem vários pontos de interesse pois para além das Colecções de Artes Decorativas, cujas datas se situam entre os séculos XVI e XIX, Colecções de Mobiliário, na sua maioria Português e Inglês, Ourivesaria, Pintura, Escultura e um Parque Arqueológico, o Museu situa-se numa das mais bonitas Quintas Madeirenses, com os seus jardins, casa de lavoura com áreas de cultivo, casa, capela, casinha de prazer, parque ajardinado e uma pequena horta. É uma verdadeira viagem ao passado da Madeira.
Endereço – Calçada do Pico 1, 9000 – 206 Funchal
Telefone – 291 740670
E mail – mqc@netmadeira.com
Web – www.museuquintadascruzes.com
Encerrado à Segunda – Feira e Feriados
Casa Museu Frederico de Freitas
A Casa Museu tem vários tipos de colecções de objectos ligados à história da ilha da Madeira. Os seus núcleos principais são: Estampas e Desenhos, Azulejaria, Cerâmica, Escultura e Mobiliário. O Edifício que alberga o museu é o Palácio da Calçada, um imóvel de arquitectura civil romântica, datado do século XVII.
Endereço – Calçada de Santa Clara 7, 9000 – 036 Funchal
Telefone – 291 202570 / 291 202576
E mail –cmffreitas@sapo.pt
Web – www.culturede.com, www.rpmuseus-pt.org
Encerrado à Segunda – Feira, Domingo e Feriados
Museu de História Natural e Aquário Municipal
É o Museu mais antigo em funcionamento na Madeira, dispondo de uma colecção de animais montados e outros espécimes biológicos e geológicos, distribuídos ao longo de 6 salas de exposição, encontrando-se neste momento expostas 78 espécies de peixes, 247 de aves, 14 mamíferos terrestres e marinhos, 152 de insectos e outros invertebrados, para além de uma colecção de rochas e minerais do arquipélago. A colecção é integralmente constituída por espécies capturadas no arquipélago.
O Aquário Municipal também integra este espaço, apresentando 15 tanques de exposição, com diversas espécies da fauna marinha do arquipélago.
Endereço – Rua da Mouraria 31, 9004 – 546 Funchal
Telefone – 291 229761
E mail –mmf@cm-funchal.pt
Web – www.culturede.com, www.cm-funchal.pt
Encerrado à 2ª Feira e alguns Feriados (1 de Janeiro, Terça – Feira de Carnaval, Domingo de Páscoa, 25 de Abril, 1 de Maio, 21 de Agosto, 25 e 26 de Dezembro).
Photografia – Museu “Vicentes”
Este é o mais antigo estúdio de fotografia existente em Portugal, fundado em 1848, por Vicente Gomes da Silva, o que se traduz num notável espólio fotográfico que regista uma significativa parte dos acontecimentos importantes dos últimos 150 anos da história do arquipélago, como a passagem dos exploradores Capelo e Ivens, dos aviadores Gago Coutinho e Sacadura Cabral, a visita de personalidades como Winston Churchill ou George Bernard Shaw. Além das fotografias encontram-se expostos cenários, máquinas fotográficas, estruturas técnicas e outros apetrechos reunidos em mais de 100 anos de actividade.
Endereço – Rua da Carreira 43, 1º, 9000 – 042 Funchal
Telefone – 291 225050
E mail –photographia.vicentes.drac.srtc@gov-madeira.pt
Web – www.culturede.com, www.rpmuseus-pt.org
Encerrado Sábados, Domingos e Feriados
Madeira Wine Company – Adegas de São Francisco
Este espaço acolhe salas de provas, armazéns, adegas, uma loja e uma área de exposição, que conta a história do Vinho Madeira, desde o processo de produção da vinha até à sua transformação em Vinho. O conjunto de edifícios data dos séculos XVII e XVIII, constituindo uma infra-estrutura de arquitectura civil barroca. O stock de vinhos é de aproximadamente 700 000 litros distribuídos por 650 pipas.
Endereço – Av. Arriaga 28 - 9000 – 064 Funchal
Telefone – 291 740110
E mail – pubrel@madeirawinecompany.com
Web – www.theoldblandywinelodge.com
Horário - Segunda a Sexta Feira das 09h30 às 18h30
Visitas guiadas às 10h30, 11h30, 14h30, 15h30 e 16h30
Sábado – 10h30 às 13h00
Visita Guiada às 11h00
Encerrado Domingos e Feriados
Palácio de São Lourenço
A decisão de construção desta Fortaleza data de 1513. Desde então várias ampliações e alterações foram introduzidas, até a sua transformação em palácio dos Governadores da Madeira, no Século XVIII.
Actualmente existe uma divisão física no edifício entre o poder civil e militar, albergando na área leste o Comando da Zona Militar da Madeira e a zona oeste a residência oficial do Ministro da República para a Região Autónoma da Madeira.
As salas da residência apresentam um conjunto muito rico de peças de mobiliário dos séculos XVII, XVIII e XIX e de retratos reais.
Na área militar encontramos um núcleo histórico museológico com o historial da construção, ampliações e alterações do imóvel, para além da História Militar do arquipélago da Madeira.
Endereço – Av. João Gonçalves Zarco 1 - 9001 – 902 Funchal
Telefone – 291 202530
E mail –gabrr.palacio@netmadeira.com
Web – www.ministrodarepublica-madeira.pt
Horário – Visitas livres: Quarta-feira às 10h00, Sexta-feira às 15h00, Sábados às 11h00
Visitas guiadas só por marcação prévia
Encerrado Domingos, Feriados, Segunda-feira, Sábado à Tarde
Preço – Gratuito
Núcleo Museológico a Cidade do Açúcar
O museu expõe o acervo resultante das escavações das Casas de João Esmeraldo, produtor e negociante flamengo de açúcar, que incluem fragmentos de cerâmica portuguesa, anforetas, cachimbos, bilhas, escudelas e moedas, que permitem reconstruir a vida urbana na ilha, nos séculos XV a XVIII. Existe uma colecção de Pinturas, Esculturas e Peças de Arte Decorativas que testemunham as relações comerciais entre a Madeira e a Europa, no século XVI, por causa do açúcar.
Endereço – Praça Colombo 5 - 9000 – 630 Funchal
Telefone – 291 236910
E mail –museu.acucar@cm-funchal.pt
Web – www.cm-funchal.pt
Encerrado aos Sábados, Domingos e Feriados.
Núcleo Museológico do IVBAM
O Instituto do Vinho, Bordado e Artesanato da Madeira expõe algumas das mais importantes peças de Bordado e Artesanato da Madeira e a sua evolução ao longo dos tempos.
O Museu alberga importantes colecções de Bordado Madeira, Vimes, Tapeçarias, Embutidos de Madeira, Móveis, reconstituindo ambientes de uma casa madeirense do século XIX e XX e nestas integrando peças de Bordado, de forma a realçar a sua beleza e importância.
Existe uma sala que reconstitui as técnicas e processos de criação do Bordado Madeira.
A actualidade não foi esquecida, com criações contemporâneas de Bordado Madeira, de forma a demonstrar o potencial actual e futuro desta tradicional artesania.
Endereço – Rua do Anadia 44 - 9050 – 020 Funchal
Telefone – 291 223141
E mail –ivbam.sra@gov-madeira.pt
Web – www.bordadomadeira.pt
Encerrado aos Sábados, Domingos e Feriados.
Museu da Electricidade Casa da Luz
Este Museu está instalado no espaço da antiga Central Térmica do Funchal que foi desactivada em 1989 e transformada em Museu.
O Museu está dividido em três temas:
“Luzes do Funchal” que demonstra e explica o que foi a evolução da instalação de electricidade no Funchal, desde a as primeiras lanternas de azeite, passando pelo petróleo até a electricidade;
“Um século de Electricidade” o historial evolutivo da electrificação do arquipélago, com a presença de maquinaria diversa e as duas principais formas de produção de energia eléctrica: a térmica e a hidráulica
“Fontes de Energia” dedicada à energia eólica e solar.
Endereço – Rua da Casa da Luz 2 - 9050 – 029 Funchal
Telefone – 291 211480
E mail –mcl@eem.pt
Web – www.eem.pt
Encerrado à Segunda - Feira, Domingos e Feriados.
Madeira Story Center
O Madeira Story Centre (MSC) é um museu, que apresenta
a história e cultura da Ilha da Madeira. Os conteúdos do museu são organizados de forma a facultar informação sobre a nossa História: desde as origens vulcânicas aos hidroaviões, das descobertas até aos nossos dias.
No Madeira Story Centre a História ganha vida, num museu onde a história se alia à tecnologia multimédia e à interactividade! A História é apresentada em etapas cronológicas, de onde sobressaem personagens e visitantes ilustres.
Endereço – Rua D. Carlos I, 27 – 2, 9060 – 051 Funchal
Telefone – 291 000770
E mail –info@storycentre.com
Web – www.storycentre.com
Horário – Todos os dias, excepto dia 25 de Dezembro, das 10h00 às 18h00.

Museu Henrique e Francisco Franco
Situado nas instalações do antigo Auxílio Materno – Infantil, este edifício, desde 1987, passou a acolher as obras dos irmãos Henrique e Francisco Franco, cujo espólio foi adquirido pela Câmara Municipal do Funchal, em 1966 e 1972, aos herdeiros dos dois artistas. As pinturas de Henrique e as esculturas de Francisco, artistas madeirenses que tiveram um importante papel na arte Lusitana dos Séculos XIX e XX, e cuja obra foi influenciada por Cézanne e Monet, no caso de Henrique, Amadeo e Modigliani, no caso de Francisco, estão em exposição neste espaço.
Endereço – Rua João de Deus, 13 – 2, 9050 – 027 Funchal
Telefone – 291 230633
E mail –museu.franco@cm-funchal.pt
Web – www.cm-funchal.pt
Encerrado aos Sábados, Domingos e Feriados.
Museu de Arte Contemporânea – Fortaleza de São Tiago
A construção da Fortaleza de São Tiago iniciou-se em 1614, na sequência do saque dos corsários Franceses, em 1572, e foi concluída em 1637. Desde então, várias modificações tiveram lugar, nomeadamente no Século XVIII, XIX e XX. Em 1992 funcionava como aquartelamento da Polícia do Exército e do Esquadrão de Lanceiros do Funchal, data em que foi entregue à Região Autónoma da Madeira, cujo Governo resolve transformá-lo num Museu de Arte Contemporânea e num espaço dedicado à história militar desta fortaleza.
Endereço – Rua do Portão de São Tiago, 9060 – 250 Funchal
Telefone – 291 213340
E mail –mac.funchal@sapo.pt
Web – www.culturede.com
Encerrado aos Domingos e Feriados.
RIBEIRA BRAVA
Museu Etnográfico da Madeira
O acervo do Museu integra colecções de objectos etnográficos relacionados com diferentes aspectos sociais, económicos e culturais do arquipélago da Madeira.
Parte deste acervo encontra-se exposto nas salas de exposição permanente, organizadas pelos seguintes temas: "Produção artesanal", "Alfaias agrícolas", "Artes e ofícios", "Actividades transformadoras", "Equipamento e instrumentos de pesca, caça e pastorícia", "Comércio", "Festividades cíclicas", "Instrumentos musicais", "Tecnologia têxtil", "Transportes, "Equipamentos de uso doméstico", "Actividades lúdicas". As outras colecções, que se encontram em reserva, são apresentadas ao público rotativamente na sala de exposições temporárias e em exposições itinerantes.
Endereço – Rua São Francisco 24, 9350 – 211 Ribeira Brava
Telefone – 291 952598
E mail –museuetnografico@clix.pt
Encerrado às Segundas – Feiras e Feriados Municipais, Regionais e Nacionais.
CALHETA
Casa das Mudas / Centro das Artes
O Centro Das Artes Casa Das Mudas, na Calheta, é, arquitectonicamente, um espaço de síntese entre o antigo e o moderno, sendo o passado composto por uma casa senhorial datada do século XVI e o presente um edifício construído numa falésia, com uma deslumbrante vista sobre o mar, num projecto da autoria do arquitecto madeirense Paulo David, premiado internacionalmente.
Este espaço diversificado inclui área para exposições temporárias e permanentes, auditório, biblioteca, loja/livraria, cafetaria, restaurante, uma ampla zona de animação cultural com ateliers e oficinas artísticas. A realização de exposições temporárias de arte contemporânea, espectáculos de teatro e dança, projecção de cinema e promoção de oficinas artísticas, com ateliers e cursos de formação orientados para diferentes públicos.
Endereço - Vale de Amores, 9370-111 Calheta
Telefone 291 820900
E-mail: casadasmudas@gmail.com
Horário – Segunda-feira a Domingo das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Encerrado às Segundas-feiras
Entrada Gratuita
PORTO MONIZ
Aquário da Madeira
Um mergulho no mundo subaquático para ficar a conhecer algumas criaturas marinhas, ao longo de 11 tanques temáticos com mais de 70 espécies, que procuram representar os diferentes habitats encontrados no Arquipélago da Madeira. Poderemos observar douradas, pargos, bodiões, safios, peixes – porco, polvos, castanhetas, meros, moreias e muitos outros.
Rua Forte S. João Batista, 9270-095 Porto Moniz
E mail - geral@aquariodamadeira.com
Web – www.aquariodamadeira.com
Telefone - 291850340
Aberto todos os dias das 10h00 às 18h00
Centro de Ciência Viva
O Centro de Ciência Viva do Porto Moniz é um espaço destinado a acolher exposições e outras acções de divulgação científica.
Este Centro faz parte da rede de Centros de Ciência Viva criada pela Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica e constitui um amplo espaço, onde visitantes de todas as idades poderão embarcar numa experiência única de lazer aliado à ciência e ao conhecimento.
Estes espaços de ciência seguem o conceito da moderna museologia científica e respondem à necessidade do público em geral e, em especial, os mais jovens de aprenderem através de interacções concretas que se baseiam no tocar, explorar, manipular e experimentar.
O Centro Ciência Viva está apetrechado com uma Cyberzone onde o visitante pode usufruir de um espaço lúdico devidamente equipado com acesso à internet.
O visitante pode também adquirir produtos específicos de merchandising do Centro Ciência Viva do Porto Moniz disponíveis na loja.
Endereço – Rotunda do Ilhéu Mole, 9270 – 095 Porto Moniz
Telefone – 291 850300
Horário – Terça a Domingo das 10h00 às 19h00
Encerrado à segunda-feira.
SÃO VICENTE
Velhos Encantos
Em princípio foi feito como casa de campo. A casa estava em construção e foram adquirindo as colecções com a finalidade de decorá-la (em feiras de antiguidades e antiquários, não só na região como no continente). Como a colecção chegou a um patamar de qualidade assinalável, as autoridades resolveram abri-la ao público.
Endereço – Sítio do Tanque, 118 - 9240 – 118 São Vicente
Telefone – 291 862600 / 96 3966448
Encerrado ao Domingo.
SANTANA – ARCO DE SÃO JORGE
Museu do Vinho e da Vinha
Este museu pretende ser um espaço vivo e interactivo, ocupando uma área de cerca de um hectare, sendo formado pelo edifício, uma antiga adega recuperada, onde foram instaladas relíquias utilizadas na viticultura, quase todas cedidas pela população da localidade.
Além dos vinhos, lagares e instrumentos utilizados ao longo das décadas para produzir o vinho, o visitante pode observar ao vivo os vários ciclos da vinha e tem a possibilidade de provar e adquirir uma variedade de vinhos de mesa e licorosos.
O museu tem como objectivo homenagear o viticultor madeirense.
O espaço inclui ainda uma loja de «doces e tradições», onde o visitante também pode comprar pão caseiro, bolos e broas de mel, arranjos e peças em vime.
Endereço – Sítio da Lagoa, 9230 – 018 Arco de São Jorge
Telefone – 291 578106
Encerrado Segunda – Feira e Domingo.
CANIÇAL
Museu da Baleia
O Museu da Baleia encontra-se localizado na vila do Caniçal e é um testemunho de toda a história da caça à baleia e das actividades a ela associadas. Neste museu podem encontrar-se fotografias, vídeos, artefactos e modelos de embarcações utilizadas na época. Ilustra as diversas fases de transformação dos produtos provenientes da caça aos cachalotes. Aqui encontra-se ainda artesanato realizado com dentes e ossos destes animais, assim como uma réplica da antiga "fábrica das baleias", reproduzida ao pormenor.
Endereço – Largo Manuel Alves, 9200 – 032 Caniçal
Telefone – 291 961407
E mail –geral@museudabaleia.org
Encerrado às Segundas – Feiras, 25 e 26 de Dezembro, 1 de Janeiro e Páscoa.
SANTA CRUZ
Casa da Cultura de Santa Cruz
A Casa da Cultura foi inaugurada em 1992. Trata-se dum espaço aberto para a Cultura, onde existem diversos eventos: exposições; palestras; cursos de pintura/fotografia/desenho/cerâmica; concertos, jogos didácticos; comemorações de Efemérides, Ciclos de Cinema, Teatro e dança. Existe também um espaço aberto para as novas tecnologias, onde encontrará um serviço de internet disponível para todos. Além destas ofertas culturais o visitante pode desfrutar dos belos jardins ali existentes, com uma vista excelente para apreciar a orla marítima.
Quinta do Revoredo - Rua Bela de São José - 9100 - 151 Santa Cruz
Telefone - +351 291 520 124
Email: quintadorevoredo@iol.pt
Encerrado aos Domingos
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Igrejas e Capelas |
FUNCHAL
Sé Catedral
A Sé Catedral foi a primeira Sé construída pelos europeus fora do espaço continental europeu.
“Na última década do século XV, D. Manuel I enviou o arquitecto Pêro Anes para trabalhar no desenho da catedral do Funchal, que ficou concluída em 1514. No entanto em 1508, quando o Funchal foi elevado à categoria de cidade, já se celebravam missas no templo. Contudo, o coruchéu da torre sineira e mais alguns detalhes só vieram a ser finalizados cerca dos anos de 1517-1518.

Os destaques vão para os assentos da capela-mor que exibem santos, profetas e apóstolos em trajos do século XVI. Nos pormenores decorativos dos assentos e apoios para os braços podem ver-se aspectos da vida da Madeira, como por exemplo um querubim transportando um cacho de bananas e outro carregando um odre cheio de vinho.
A igreja possui uma excepcional cruz processional, oferecida por D. Manuel I. Esta alfaia de culto em prata é considerada uma das obras-primas da ourivesaria manuelina portuguesa.”
Possui um dos mais belos tectos de Portugal feitos em madeira da Ilha.
A cadeira da capela-mor baseada no estilo flamengo, a porta principal com linhas góticas, as peças de talha dourada do séc. XVII evidencia algumas das características arquitectónicas do período manuelino.
Igreja do Colégio dos Jesuítas /Igreja de São Envagelista
Esta bela obra dos jesuítas apresenta uma talha dourada do séc.XVII que é considerada como uma das mais valiosas peças de talha seiscentista portuguesa. Exibe também azulejos e pinturas dos sécs.XVII e XVIII.
Igreja de São Pedro
Igreja datada do século XVI que apresenta um conjunto notável de elementos arquitectónicos e decorativos, como o seu portal maneirista, o cadeiral datado de 1633 e o belíssimo conjunto de azulejos dos séculos XVII e XVIII.
Igreja do Socorro
Esta Igreja, também conhecida por Igreja de S. Tiago, foi construída no séc.XVIII e é das igrejas madeirenses que apresenta as maiores marcas do estilo barroco patente nas suas fachadas.
Convento de Santa Clara
Construído entre 1489 e 1496, este convento apresenta nas suas paredes azulejos do séc.XVII, tectos em madeira e em azulejos de estilo hispano-árabe e uma colecção de telas restauradas dos sécs.XVII e XVIII. Já em obra por volta de 1489, foi concluído em 1496. As altas paredes da igreja são atapetadas de azulejos dos começos do sec. XVII.
O coro de cima tem um tecto de madeira da primitiva construção e azulejos, ambos de estilo hispano-árabe.
Nesta igreja, encontra-se o túmulo gótico de Martim Mendes de Vasconcelos, genro do capitão João Gonçalves Zarco.
Igreja do Carmo
A Igreja do Carmo foi construída em meados do séc.XVIII, mas sofreu alterações ao longo dos anos. Possui algumas belas peças de ourivesaria sacra e imaginária dos sécs.XVII e XVIII, paredes forradas por azulejos historiados do séc.XVIII e uma talha barroca.
Igreja de Santa Luzia
Esta Igreja foi construída na primeira metade do séc.XVIII e possui como espólio pinturas do séc.XVII e pratas dos sécs.XVII e XVIII.
Capela da Encarnação
Esta Capela do séc. XVI, é um dos mais apreciáveis monumentos arquitectónicos do ogival manuelino na Madeira, notável pelos seus arcos, colunas e abóbadas de aranhiço em todo o corpo sagrado.
Capela do Corpo Santo
Embora deva ter início a sua construção nos fins do sec. XV executaram-se obras na centúria seguinte e a decoração da capela-mor julga-se datar do sec. XVII.
Construída por pescadores, é ainda mantida por esta comunidade e possui a evocação do santo protector da classe, São Pedro Gonçalves Telmo, geralmente relacionado com o «Fogo de São Telmo» ou «Corpo Santo».

Recolhimento e Igreja do Bom Jesus
Datada do séc.XVII, a Igreja exibe algumas peças de talha e peças de prata da época seiscentista, como a cruz processional. Demonstra a tradição madeirense pelos presépios num pequeno presépio em caixa de vidro.
Igreja do Monte
A Igreja foi construída no séc.XVIII, no local onde outrora existia uma ermida do séc.XV. O túmulo de Carlos Habsburgo, Imperador da Áustria, da Hungria e da Boémia, exilado em 1921 na Madeira, encontra-se numa capela lateral. Exibe belas peças de ourivesaria lavrada dos sécs.XVII e XVIII.
CÂMARA DE LOBOS
Capela Nossa Srª. da Conceição
Também chamada Capela da Nossa Senhora do Calhau, está situada junto à praia, na baía de Câmara de Lobos, e foi fundada por Zarco em 1420. Objecto de restauros em 1723 e 1908, nela merece realce o altar barroco, rico em talha.
Capela Nossa Srª. Das Preces
A capela de Nossa Senhora das Preces situa-se no Caminho Grande e Preces, na freguesia de Câmara de Lobos. Foi mandada construir, em 1683, pelo padre Francisco da Cunha e Mendonça, datando de 4 de Dezembro do mesmo ano o alvará de erecção.
RIBEIRA BRAVA
Igreja Matriz
Foi construída em finais do Século XV. Há que realçar o púlpito quinhentista, a pia baptismal, os retábulos barrocos de talha dourada do Século XVII, a pintura atribuída ao mestre Francisco Henriques e alfaias de prata dos Séculos XVI, XVII e XVIII.
PONTA DO SOL
Igreja Matriz da Ponta do Sol
Igreja dedicada a Nossa Senhora da Luz, foi objecto de restauro no século XVIII. Guarda no seu interior uma capela do século XV.
Para além das preciosas alfaias religiosas em prata e das diversas imagens que a igreja guarda, é de destacar o belíssimo tecto da capela-mor em estilo hispano-árabe e a pia batismal, em cerâmica verde provavelmente oriunda da cidade espanhola de Sevilha, de gosto mudejár, segundo alguns, exemplar único no país e que teria sido oferecida pelo rei D. Manuel.
CALHETA
Igreja Matriz
Datada do século XV, mas sujeita a remodelações ao longo dos tempos, é a única igreja matriz da Ilha da Madeira, além da Sé Catedral do Funchal, que possui intacta a antiga cobertura em carpintaria alfarge. Conserva algumas peças de imaginária do século XVII e várias alfaias de ourivesaria sacra, do século XVI ao século XIX.
Capela de Nossa Senhora do Loreto – Arco da Calheta
Os elementos de maior interesse nesta capela, construída nos começos do Século XVI, é um original tecto mudéjar pintado a branco, azul e dourado, o portal lateral dedicado à virgem do Loreto e a pia de água benta.
PORTO MONIZ
Igreja Matriz
Começou a ser construída em 1660 mas apenas foi concluída 8 anos mais tarde. Tem uma arquitectura simples. É a Capela do Santíssimo Sacramento que se destaca na igreja, com as suas obras de arte.
SÃO VICENTE
Capela de São Vicente
Construída em 1694, como uma espécie de inicio num bloco basáltico, junto à foz da ribeira, por Inácio de Sousa, auxiliado por esmolas de devotos. Conforme documentado, a ermida foi implantada no lugar onde se diz que o Santo apareceu. Apresenta a particularidade de se encontrar encravada numa rocha tornando-se assim o ex-libris de São Vicente.
Capela do Livramento
Foi edificada pelo Padre Manuel Gomes Garcês, por instrumento de 10 de Setembro de 1685, onde declarou perante o tabelião Antão Dinis Coelho que tinha feito uma ermida de Nossa Senhora do Livramento. O pequeno templo maneirista foi erguido em 1683 e mostra planta simples rectangular, de uma só nave. Fachada em empena com sineira em cantaria de basalto.
Capela do Pico da Cova
A capela da Torre de Relógio, Pico da Cova, de invocação a Nossa Senhora de Fátima, São Vicente, com os seus 14 metros de alto, foi construída em 1942 e concluída em 1953.
SANTANA
Igreja Matriz de São Jorge
Edificada em 1660, no local onde existia uma pequena capela do século XV, foi posteriormente demolida para dar lugar à actual, construída em 1761. Merece referência a obra notável em talha dourada, especialmente a do altar-mor e a do púlpito.
MACHICO
Igreja Matriz de Machico
“A Igreja Matriz de Machico teve início na fundação da quatrocentista Capela dos Reis Magos (rebaptizada posteriormente de Senhor dos Milagres), remodelada e ampliada na segunda metade do século XV tornando-se a Matriz de Machico - consagrada a N. Sra. da Conceição.
Matriz sofreu várias obras de restauro, as mais significativas realizadas nos séculos XVII e XVIII, sem contudo modificarem o esquema organizativo do templo medieval. A fachada é marcada por elegante portal gótico em basalto, formado por cinco arquivoltas em ogiva, sustentadas por capitéis naturalistas, seguidos de colunelos assentes em pedestais ornamentados”.
Capela do Senhor dos Milagres
Este nome tem a sua origem no aluvião de 1803 que destruiu parte da Capela, o Crucifixo perdido nas águas do mar foi encontrado como por milagre por uma galera americana que a trouxe de retorno e hoje encontra-se na Capela. Em comemoração deste acontecimento realiza-se todos os anos uma festa religiosa e uma tradicional e concorrida procissão por iniciativa e participação dos pescadores, considerada das mais típicas desta Ilha.
SANTA CRUZ
Igreja Matriz
João de Freitas, membro da Casa Real, foi quem pediu a D. Manuel I a construção de uma nova igreja na povoação de Santa Cruz, pois na existente já metade da população não conseguia entrar. Arranjado terreno inicia as obras do novo templo. A obra quinhentista é marcada na fachada pela bonita torre sineira, coroada com a Cruz de Cristo juntamente com a sua platibanda.
No chão da capela-mor podemos ver a tampa tumular de João de Freitas e a sua mulher.
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EdifÃcios de Valor Histórico |
FUNCHAL
Fortaleza de São João Baptista
Este reduto militar foi edificado no começo do século XVII, em forma de estrela com quatro baluartes pentagonais, cujo projecto foi provavelmente feito por Mateus Fernandes III. A razão da sua construção foi para defender a cidade dos frequentes ataques de corsários.
Já no século XX foi instalado aqui o Posto Rádio Telegráfico do Funchal, para além de outras antenas, passando o forte a ser conhecido pela população como Pico Rádio. Nos dias hoje este conjunto militar é ocupado pela Armada que dispõe de uma sala museu, sendo possível a partir do forte admirar a que provavelmente é a melhor vista sobre a cidade do Funchal.
Palácio do Governo Regional
A parte mais antiga deste palácio foi construída em 1685 para Misericórdia e Hospital da cidade e, posteriormente, funcionou a Escola Médica do Funchal. Hoje em dia é o Palácio do Governo Regional, onde estão sedeadas algumas das Secretarias Regionais.
Assembleia Regional
O edifício que actualmente alberga a Assembleia Legislativa Regional, foi mandado construir por D. Manuel I, para albergar a Alfândega do Funchal. Este exemplar de arquitectura civil possui as características da época monárquica. Apresenta um estilo gótico e a decoração característica do manuelino.
1982 foi o ano do início dos trabalhos que permitiram alterá-lo, de forma a albergar o Parlamento Regional.
Edifício da Câmara Municipal do Funchal
Antigo Palácio do Conde Carvalhal, o edifício foi adquirido em 1883 pelo Município do Funchal, constituindo hoje a sede da Câmara Municipal do Funchal. Este palácio é um valioso exemplo da arquitectura do fim do séc. XVIII, do qual consta um pátio interior revestido de azulejos com uma fonte.
Teatro Municipal Baltazar Dias
Situado na Avenida Arriaga, no coração da cidade, o Teatro Municipal Baltazar Dias, inaugurado em 1888, é um edifício de grande beleza. Os tectos foram pintados com elementos decorativos da época romântica, a plateia em forma de ferradura apresenta, ao redor, camarotes decorados com máscaras falantes de teatro grego, em madeira esculpida e dourada.
Paço Episcopal
Este edifício de arquitectura civil e religiosa, maneirista e barroca, localiza-se entre o Largo do Município e a Rua do Bispo. Tendo sido construído para residência do Bispo do Funchal, agora acolhe o Museu de Arte Sacra do Funchal.
Forte de São José
Reza a história que foi neste Forte, construído num ilhéu a 70 metros da costa entretanto incorporado no cais da cidade, que os navegadores João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira se refugiaram em 1419 antes de começarem a explorar a ilha grande. Em 1903 o estado vendeu o Forte e ao longo do Século XX mudou de proprietários algumas vezes, até que, no ano 2000, é comprado pelo actual proprietário, Renato Barros. Este exige a independência e o reconhecimento do ilhéu como principado.
Quinta Vigia
Este edifício, também conhecido como Quinta Lambert ou das Angústias, é uma típica casa de família madeirense do Século XVII, com residência, capela e magnífico jardim. Várias figuras ilustres residiram nesta casa, como foi o caso da Rainha Adelaide de Inglaterra, o Duque de Luchtenberg e a Imperatriz D. Amélia.
Actualmente é a residência oficial do Presidente do Governo Regional.
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Cristo Rei do Garajau |


A construção do Cristo Rei do Garajau deve-se ao cumprimento duma promessa do Conselheiro Aires de Ornelas, filho do ultimo morgado do Caniço e foi inaugurado em 1927. Esta estátua é semelhante há que, em 1931, foi inaugurada na cidade do Rio de Janeiro, no morro do Corcovado, eleita uma das "Novas sete maravilhas do munto" e idêntica à Estatua edificada em Almada, em frente à cidade de Lisboa.
A imponente estátua está implementada no topo de uma colina que se precipita em ravina em direcção ao mar. A mesma está voltada para o mar, pela simples razão que foi construida numa época na qual as ligações da madeira com o exterior processavam-se ainda por via marítima e o intuito da mesma era dar as boas vindas aos forasteiros.
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Quintas da Madeira |

A Madeira preserva algumas das belas Quintas, outrora residências das famílias nobres e abastadas da sociedade. Quinta significa uma propriedade relativamente vasta, com casa de habitação de certa dimensão, rodeada de jardins e de árvores. As Quintas são consideradas habitações de prestígio e a sua utilização como residências foi constante no século XIX.
Em algumas delas há terreno para cultivo, como plantas hortícolas, bananeiras e vinha.
É também muito comum encontrar-se um miradouro, ou uma "casinha de prazer" nestas propriedades.
Quinta Monte Palace
A Quinta pertenceu a Charles Murray e, até aos anos 40, nela foi instalada o Hotel Monte Palace.
Esta maravilhosa Quinta, com uma casa apalaçada, rodeada de jardins e de muitas árvores, foi visitada por Isabella de França, quando lá vivia o cônsul George Stoddart.
Nesta propriedade localiza-se hoje em dia uma instituição privada de solidariedade social, a Fundação José Berardo, vocacionada para fins de caridade, salvaguarda e preservação de obras de arte. Integra também um Museu e um Atelier de Restauração.
Quinta do Bom Sucesso
Esta Quinta pertenceu à família Reid, que se estabeleceu na Madeira em meados do século XIX para se dedicar à hotelaria.
Em 1963, nela ficou instalado o Jardim Botânico onde, nos seus jardins, se desenvolveu a cultura de várias flores e árvores exóticas e de muitas outras plantas características da Região.
Quinta do Palheiro Ferreiro
Esta Quinta, obra do 1º Conde de Carvalhal no princípio do século XIX, é considerada como uma das mais sumptuosas e vastas quintas da Madeira.
A Quinta está situada a este da cidade do Funchal, no alto de elevadas montanhas, permitindo uma excelente panorâmica. Nela encontram-se jardins, pomares, terras de cultivo e lagoas.
Visitaram a Quinta, a Imperatriz Leopoldina, primeira mulher de D. Pedro IV, o Infante D. Luís, o Rei D. Carlos e D. Maria Amélia e o príncipe Filipe de Edimburgo.
Hoje em dia propriedade da família Blandy, a Quinta apresenta uma Estalagem de luxo e um Campo de Golfe.
Quinta das Cruzes
Nesta Quinta, crê-se que terá vivido João Gonçalves Zarco.
De arquitectura civil barroca, encontra-se hoje ocupada por um museu de artes decorativas e por belíssimos jardins, preenchidos pelas mais diversas variedades de plantas e flores.
Quinta da Palmeira
Esta quinta, situada na Rua da Levada de Santa Luzia, é propriedade de H. Hinton, onde ainda vivem os seus herdeiros.
A quinta apresenta uma casa imponente, rodeada por jardins com árvores de grande porte e amplas áreas relvadas. É possível observar nos seus jardins uma janela manuelina, que pertenceu ao edifício de João Esmeraldo, onde se pensa que Cristóvão Colombo terá vivido algum tempo.
Quinta Magnólia
A Quinta Magnólia, localizada na Rua Dr. Pita, dispõe de uma área de cerca de 40.000 m2.
Outrora pertença de uma família inglesa, foi adquirida pelo Governo Regional que a recuperou, sendo actualmente um dos locais mais aprazíveis da cidade do Funchal.
Para além de todo o património natural, a Quinta oferece ainda diversas facilidades desportivas, incluindo um circuito de manutenção, dois campos de ténis e uma piscina, bem como um parque infantil e um bar esplanada.
Realizam-se anualmente alguns espectáculos musicais neste recinto, de entre eles o Funchal Jazz.
Quinta da Boa Vista
A cinco minutos de automóvel desde o centro do Funchal, na Rua Lombo da Boa Vista, encontra-se a Quinta da Boa Vista que constitui um oásis verde de cerca de dois hectares.
A Quinta cuja casa foi construída há mais de 200 anos, é actualmente pertença da família Garton que tem vindo a recriar os habitats das muitas espécies de flores em perigo de extinção, que se encontram patentes nos seus jardins.
Quinta Jardins do Imperador
Os jardins da emblemática Quinta do Monte foram recuperados e, hoje, a mesma é denominada por «Quinta Jardins do Imperador». É uma das quintas mais emblemáticas da Madeira pelo facto de aí ter residido e falecido o Imperador Carlos da Áustria após o seu exílio em 1921.
Na emblemática torre Malakof foi instalada uma cafetaria para dar apoio aos visitantes. Esta torre de inegável beleza, não só pela sua configuração arquitectónica mas, também, pelo facto de permitir apreciar a romântica paisagem do Monte, apresenta perto dela um jardim com o mesmo nome, constituído por uma pequena fonte e, ao seu redor, uma vasta área composta por rosas das mais variadas cores.
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Carros de cesto do Monte |

“Os carros de cesto do Monte, tradicional meio de transporte da Ilha da Madeira, surgiram no século XIX e perduram activos na actualidade. Com uma função inicial de cariz utilitário, desaparecida nos nossos dias, onde o seu cariz turístico e recreativo é dominante, este meio de transporte destinava-se sobretudo aos estrangeiros ricos, proprietários de alguns destes carros, e/ou eram alugados por outras pessoas para viajarem até ao Funchal. De referir que o aluguer deste meio de transporte constituía-se como uma fonte de subsistência para os homens que os conduziam”…”pretendemos mostrar-vos uma profissão – a de Carreiro – um meio de transporte – o Carro de Cesto – e uma arte – a de Construtor de Carros de Cesto – que, apesar de terem a sua origem num passado longínquo, teimam em resistir às inovações tecnológicas, e mantêm uma actividade que tem merecido a atenção de todos os visitantes da Sintra Madeirense – o Monte, em particular os turistas que visitam a Madeira.” Luís Manuel Correia Carvalho in Revista Xarabanda.
Os Carreiros do Monte desempenham a sua função de Segunda Feira a Sábado, das 09h00 às 18h00 e aos Domingos das 09h00 às 13h00, descansando apenas a 15 de Agosto, dia de Nossa Senhora do Monte, e a 25 de Dezembro, dia de Natal.
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Funchal 500 anos |

A cidade do Funchal celebra, em Agosto de 2008, 500 anos da sua elevação de Vila a Cidade pela coroa Portuguesa, tendo sido a primeira cidade a ser criada na epopeia dos Descobrimentos Portugueses.
Para celebrar esta efeméride foi constituída a Comissão FUNCHAL 500 ANOS, responsável pelo vasto programa comemorativo, que irá incidir nos seguintes eixos temáticos:
- Conhecimento e preservação do património monumental, museológico, arquivístico, natural e toponímia; Ciência; Artes; Emigração; Imigração; Ambiente; Desporto; Acção Social; Animação; Exposições; Comunicação Social; Actividade Editorial; Acções no exterior.
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Zona Balnear |
Apesar de ser uma ilha, o acesso ao mar na Madeira não é muito fácil, pois as praias são de calhau e a generalidade da costa é muito agressiva, com declives acentuados que mergulham no mar. Daí a necessidade de construção de infra-estruturas balneares, investimentos que foram feitos um pouco por toda a ilha e que actualmente permitem que os madeirenses e visitantes mais facilmente possam usufruir do temperado oceano que banha a região.
FUNCHAL
Complexo Balnear da Barreirinha
Fica localizado junto ao Forte de São Tiago, na Zona Velha da Cidade, contém uma piscina infantil (paga) de água salgada, acesso ao mar, instalações sanitárias, duches, balneários, cacifos, bar, guarda-sóis, espreguiçadeiras e parque infantil. O complexo é vigiado por um nadador-salvador e conta com um posto médico. A qualidade da água é certificada pela Bandeira Azul.
Poças do Gomes
Mais conhecidas por Doca do Cavacas, é um pequeno complexo onde pode contemplar, do lado oeste, uma interessante vista sobre o cabo mais alto da Europa (Cabo Girão) e a Praia Formosa. Dotada de uma pequena piscina natural, também tem acesso ao mar através de escadas.
Praia de São Tiago
Esta minúscula praia de calhau situa-se ao lado do Forte de São Tiago, na Zona Velha do Funchal. O mar é convidativo e limpo, com rochas de origem vulcânica junto à costa. O seu acesso é gratuito e dispõe de duches.
Ponta Gorda
Situado na zona oeste da Cidade do Funchal é um lugar amplo. Tem várias infra-estruturas: duas piscinas, uma para adultos e outra para crianças, ambas de água salgada, uma piscina natural, acesso ao mar através de escadas, campos de areia para a prática de desporto e equipamento lúdico infantil. Os usuários têm também à sua disposição uma área de solário com um total de 690 m 2, instalações sanitárias, duches, balneários, espreguiçadeiras, guarda-sóis, posto de primeiros socorros, um parque infantil, um bar, um restaurante, assim como uma sala de jogos e um espaço Net.
Praia Formosa
O Complexo Balnear da Formosa é constituído por quatro praias de areia e calhau, chamadas Praia Nova, Praia Formosa, Praia dos Namorados e Praia do Areeiro.
O complexo possui estacionamento, balneários, WC, posto de socorro, um parque infantil, um polidesportivo, um campo de futebol, vários restaurantes e bares. A sua segurança está garantida na época balnear por uma equipa de nadadores-salvadores.

Lido
Localiza-se na parte oeste da cidade, na zona turística da Madeira, encontrando-se próximo de bancos, hotéis, bares, lojas, pubs e restaurantes.
Está dotado de duas piscinas de água salgada renovada todos os dias, uma para adultos com 50 metros de comprimento e 25 metros de largura e outra infantil equipada com alguns elementos lúdicos. possui vários acessos ao mar através de escadas.
Tem uma grande área de solário, dois parques infantis, mesas de ping-pong, dois campos de Madeirabol, uma sala de jogos e um espaço net. Possui também espreguiçadeiras, guarda-sóis, instalações sanitárias, duches e balneários com cacifos.
Se estiver interessado num mergulho com garrafas de oxigénio, encontrará um centro de mergulho. No topo da infra-estrutura, junto à estrada, existe um bom restaurante com vista sobre o mar e três bares com esplanada.
Existe uma equipa de nadadores salvadores e de um Posto de Socorros.
Praia do Gorgulho
Praia situada na zona oeste ao Lido, tem entrada gratuita, possui duches e está muito próxima da “Promenade”, de bares, restaurantes e de um posto de informação turistica.
Piscinas da Quinta Magnólia
Esta magnífica quinta tem uma piscina de água salgada, possuindo balneários com cacifos, espreguiçadeiras, guarda sóis, duches, um snack-bar e nadadores salvadores. A entrada é paga.
CÂMARA DE LOBOS
Praia do Vigário
Situada a sul do largo da República, aqui termina a ribeira do Vigário e que terá dado à praia o nome pelo qual é hoje conhecida. Trata-se do principal espaço balnear de Câmara de Lobos.
É uma praia de calhau com um solário, campos de areia para a prática de desportos, duches, WC e vários restaurantes nas redondezas.
RIBEIRA BRAVA
Calhau da Lapa
Esta praia situa-se no Campanário e para lá chegar é necessário descer uma inclinada vereda que, ao princípio é calcetada, mas posteriormente é de terra.
Nesta praia não há vigilância, nem infra-estruturas de apoio, para além do acesso ser difícil, pelo que é muito tranquila e as suas águas cristalinas.
Praia da Ribeira Brava
Situada no centro da Vila é uma praia de calhaus rolados e areia negra, com 150 metros de extensão, situada no lado poente da foz da Ribeira Brava. Dispõe de uma área de solário, de piscinas e de estruturas de apoio aos banhistas que incluem balneários, instalações sanitárias, inclusive para portadores de deficiência motora, posto de primeiros socorros, snack-bar e restaurante. O acesso é livre e gratuito.

Fajã dos Padres
Para chegar à praia da Fajã dos Padres tem que apanhar um elevador que desce de uma altura de 300 metros e depois andar mais um pouco até chegar à praia. Mas o cenário é de tal maneira deslumbrante que compensa o esforço.
O acesso ao mar faz-se através de um pontão com escadas, ou então directamente pelo calhau. Tem um solário, espreguiçadeiras, guarda sóis, duches, balneários. Existe também um óptimo restaurante especializado em peixe e marisco.
PONTA DO SOL
Praia da Madalena do Mar
A praia de Madalena do Mar é de calhau, tendo um solário em deck, com uma área de 700m2, um pontão de acesso ao mar e duas rampas de acesso à praia. Um parque infantil e um campo de voleibol, um restaurante onde servem óptimo peixe, três bares e duches são as infra-estruturas existentes neste complexo. A praia não tem vigilância.
Praia da Ponta do Sol
Situada mesmo à frente da Vila da Ponta do Sol, famosa pelas suas condições climatéricas amenas durante todo o ano, sendo, aliás, a zona da Madeira com mais horas de sol ao longo do ano. A praia de Ponta do Sol, é muito procurada pelos turistas. Tem bar/restaurante, duches, acesso para deficientes e instalações sanitárias.
CALHETA
Praia da Calheta
A praia da Calheta é a única praia de areia branca da ilha da Madeira. A areia foi trazida de Marrocos e, numa quantidade mais reduzida, da Figueira da Foz.
Está localizada junto ao moderno porto de recreio, sendo dotada de boas infra-estruturas. Dispõe de uma marina, com capacidade para 300 barcos, um solário de cimento, bares, balneários, posto de primeiros-socorros, possibilitando a prática da canoagem, aluguer de pranchas de windsurf e catamarans. A afluência é muito grande ao fim de semana, pelo que, se gosta de tranquilidade, evite-a nestas alturas.
Praia do Paul do Mar
A praia do Paúl do Mar, também conhecida como a praia da Ribeira das Galinhas, é um local tranquilo, com excelentes condições para apanhar sol. Não tem infra-estruturas de apoio, nem nadadores salvadores. É ideal para os que gostam de pesca e caça submarina.
PORTO MONIZ
Piscinas Naturais do Porto Moniz
Estas piscinas são muito conhecidas e procuradas pelos turistas, sendo o ex-libris do Concelho. Construídas entre as rochas vulcânicas da costa do Porto moniz, são o local ideal para nadar e apanhar sol. Tem boas infra-estruturas como bar, parque infantil, acessos para deficientes, parque de estacionamento e posto de primeiros-socorros. Os nadadores-salvadores também estão presentes.
Praia da Laje ou Jamaica
Localizada entre o Seixal e Porto Moniz, é uma praia de areia preta. Também conhecida por Praia da Jamaica, devido à plantação de palmeiras existente no passeio que leva ao mar. Este complexo tem a característica de estar rodeado de montanhas verdes que caem abruptamente no mar, pelo que a paisagem é magnífica. Tem balneários, restaurante e um nadador-salvador está presente.
Piscinas Naturais do Seixal
Tal como as Piscinas Naturais do Porto Moniz, estas foram construídas nas rochas vulcânicas. O acesso de peões faz-se através de escadas ou rampas com declives pouco acentuados. Dispõe de balneários, instalações sanitárias e bar.
SÃO VICENTE
Complexo Balnear de São Vicente
O Complexo Balnear de São Vicente, tem uma série de infra-estruturas de apoio aos desportos náuticos, bem como restaurante e bar, solário e um passeio marítimo que liga o Varadouro à Baía dos Juncos.
Complexo Balnear da Ponta Delgada
Dotado de uma piscina para adultos, assim como uma piscina para crianças, ambas de água salgada.
As piscinas têm infra-estruturas de apoio, tais como solário, balneários, bar e primeiros socorros.
SANTANA
Foz da Ribeira de São Jorge
Neste local encontra uma pequena praia de calhau e uma lagoa de água doce. O usuário tem também ao seu dispor três piscinas, um restaurante, solário, duches, WC e nadador salvador.
Complexo Balnear da Ribeira do Faial
Situado na foz da Ribeira do Faial, abrange uma pequena praia de calhau, uma piscina de água salgada, uma piscina infantil, um campo de jogos de areia, um pavilhão polidesportivo, solário, parque infantil, bar e restaurante.
MACHICO
Praia de Machico
Localizada frente à cidade é convidativa a um mergulho e repouso ao sol. É uma praia de calhau dotada de várias infra-estruturas: duas piscinas, um restaurante, um bar/café, balneários, duches, recintos para futebol e voleibol de praia, aluguer de gaivotas e motas de água. Possui dois nadadores-salvadores e posto de primeiros-socorros. Ao fim de semana tem grande afluência.
Prainha
É uma praia de areia preta localizada no Caniçal, com balneários, duches WC, bar de apoio, espreguiçadeiras e chapéus-de-sol.
Complexo de Piscinas do Caniçal
Esta infra-estrutura tem duas piscinas de água salgada, uma para adultos e outra para crianças, e duas escadas de acesso ao mar. Inclui também um snack bar, balneários, espreguiçadeiras, chapéus de sol e nadador salvador.
Complexo Balnear do Porto da Cruz
A praia de Porto da Cruz, também conhecida como Praia da Lagoa, tem como característica mais marcante uma enorme montanha junto ao mar. Esta praia de areia negra tem bons acessos ao mar e dispõe de solário, snack bar, balneários e sanitários. Perto da praia, encontra-se um complexo balnear composto por duas piscinas naturais e estruturas de apoio.
SANTA CRUZ

Praia das Palmeiras
Situada junto à marginal de Santa Cruz, é uma agradável praia de calhau. No verão são instalados insufláveis, especialmente para as crianças, e escorregas para as piscinas. Encontra-se dividida em duas áreas - a zona das piscinas e a praia de calhau. Tem nadador salvador No restaurante servem peixe de qualidade. Experimente jantar um bodião grelhado e observar o pôr-do-sol ao som das ondas.
Complexo da Foz da Ribeira da Boaventura
Situado junto da ribeira com o mesmo nome, fica este complexo balnear com piscinas, solários, balneários e zona de restauração. Existe ainda um pontão de apoio balnear, junto à margem, na foz da ribeira.
Aquaparque
Inaugurado em 2005, este parque aquático tem capacidade para 1000 pessoas. Com cinco escorregas, quatro pistas rápidas, duas piscinas (uma delas infantil), um rio lento e um rio rápido, uma aqualândia infantil. É o lugar ideal para jovens e graúdos se divertirem durante umas horas. Dispõe de bar, balneários, nadadores salvadores, loja de souvenirs e amplas zonas ajardinadas.
Praia dos Reis Magos
Situada no Caniço, a Praia dos Reis Magos é banhada por águas transparentes, limpas e rodeada de uma grande beleza natural.
Dispõe de dois nadadores-salvadores e um posto de primeiros-socorros.
Espaço para a prática de desporto, instalações sanitárias, também para deficientes, palhotas, restaurante, bar e aluguer de toldos e espreguiçadeiras são as infra-estruturas aqui disponíveis.
Lido Galo Mar
Este complexo faz parte de um hotel com o mesmo nome. Situado na reserva marinha do Parque Natural da Madeira dispõe de balneários, duches, sauna, centro de mergulho e uma piscina de água salgada a qual está adaptada para ser utilizada pelas crianças.
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Pesca e Big Game Fishing |

A Madeira é conhecida pelos recordes que proporciona àqueles que a procuram para a prática de Pesca Desportiva (Big Game Fishing).
A maior parte dos peixes são capturados a 2 – 4 milhas da costa, pois as profundidades existentes variam entre os 100 a 500 metros, chegando a atingir os 1 500 metros a 10 milhas da costa.
Por estar localizada nas rotas migratórias de uma grande variedade de espécies, na Madeira pode encontrar, entre outros, o “Blue Marlin”, considerado pelos amantes da pesca desportiva uma das grandes conquistas que se podem alcançar nesta actividade. No entanto, e para garantir a preservação das espécies, os exemplares que chegam à borda são apenas marcados para depois voltarem à água. Um grande número de recordes mundiais de pesca desportiva foram conseguidos nos mares da Madeira
O Atum Patudo, o Atum Branco, a Albacora, o Atum Rabilho, o Tubarão Azul, o Tubarão Martelo, a Barracuda e o Espadarte são algumas outras espécies que se podem encontrar nas águas madeirenses.
Na Marina do Funchal, encontrará bem equipados barcos para a prática do Big Game Fishing, comandados por pessoas experientes.
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Mergulho |
A Madeira é um lugar especial para os amantes do mergulho. Não só tem águas cristalinas com temperaturas a rondar os 18ºC no Inverno e os 22ºC no Verão, mas também uma grande variedade de fauna e flora nos seus mares. A ilha da Madeira possui inúmeros locais de mergulho, sendo os mais conhecidos a Reserva Natural do Garajau e a Baixa da Cruz.
Na Reserva Natural da Ilha das Desertas, situada a cerca de 22 milhas a sudeste da cidade do Funchal, encontra Lobos-Marinhos. Sendo a presença humana escassa, é daqueles locais de sonho onde os peixes não vêm o homem como ameaça e podemos nadar no meio de cardumes imensos.
No extremo este da Ilha encontra-se a Reserva Natural de Ponta de S. Lourenço, que tem uma peculiar fauna e flora.

Na Reserva Natural do Garajau, podemos observar peixes de grande tamanho, como por exemplo o Mero, que vem comer à nossa mão.
Golfinhos, Charuteiros, Badejos, Bogas, Castanhetas, Peixe Verde, Raias, Moreias, Bodiões, Barracudas e Salemas são outras das espécies que poderá encontrar ao mergulhar pelas águas da Ilha da Madeira.
Existem diversas escolas de mergulho ou empresas de lazer, situadas principalmente no Funchal e no Caniço de Baixo, que leccionam cursos de mergulho para todos os níveis, excursões de mergulho para praticantes mais experientes e aluguer de equipamento.
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Observação de Baleias e Golfinhos |
Entre 1940 e 1981, a caça à baleia era uma prática corrente no arquipélago da Madeira, que exportava os seus derivados para os Estados Unidos da América, Inglaterra e França.
Após o encerramento desta actividade, a Madeira voltou-se para a conservação destes animais. A observação de baleias e golfinhos na Madeira é uma actividade que surgiu recentemente.
As águas em redor do Arquipélago da Madeira são frequentadas por diversas espécies de baleias e golfinhos. As baleias passam nas suas imediações durante as migrações para Norte e Sul, na Primavera e Outono, respectivamente. Os golfinhos utilizam as nossas águas com regularidade podendo ser observados todo o ano.
A actividade de Observação de Cetáceos é exercida por empresas que, através de vários percursos marítimos, permitem observar estes animais no seu meio natural. Nos mares da Madeira, é possível avistar espécies de pequeno porte como o Golfinho Pintado ou Golfinho Comum, Golfinho malhado do Atlântico e espécies de grande porte como a Baleia Comum, Baleia sardinheira, Baleia piloto, Baleia de bico, Baleia de bossas, Orcas, Falsas Orcas. Para além destes mamíferos, observam-se regularmente tartarugas marinhas e lobos marinhos.

O Museu da Baleia na vila do Caniçal é a instituição que se dedica à preservação da memória da caça à baleia mas é também o principal motor da investigação científica de Cetáceos nesta Região. Iniciativas como o "Projecto para a Conservação dos Cetáceos no arquipélago da Madeira" contribuem muito para o conhecimento e conservação destes mamíferos.
A Região Autónoma da Madeira vai receber em 2009 a mais importante conferência anual sobre baleias de todo o mundo, depois de ter sido escolhida para sede da 61ª reunião da Comissão Baleeira Internacional.
A empresa que garante a observação destes animais marinhos, garantindo uma 2ª viagem aos clientes caso não sejam avistados cetáceos, é a “Rota dos Cetáceos”, com o telefone 291 208600 ou 91 8828242, e com sede no Marina Shopping, loja 230.
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Passeios de Barco |
Os passeios de barco oferecem uma belíssima panorâmica sobre a costa, que é extremamente bela.
Para além de ser frequente a observação de golfinhos e, ocasionalmente, baleias, estes passeios oferecem a possibilidade de nadar nas águas do Atlântico, de observar pássaros ou fazer mergulho com garrafas de oxigénio.
Na Marina do Funchal, poderá escolher o passeio que mais lhe agradar, uma vez que a oferta é muito diversificada. Se optar pela Marina da Calheta, também aí encontrará empresas especializadas. Poderá também programar um passeio até às Ilhas Desertas para conhecer o refúgio atlântico do Lobo Marinho, ou observar outras espécies da fauna marítima.
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Golfe |
Devido ao seu clima excepcional e às suas belezas naturais, a Madeira é o sítio ideal para o golfe.
Existem 2 campos na Madeira e 1 no Porto Santo:
Santo da Serra
Golfistas experimentados consideram-no um dos mais espectaculares campos de montanha da Europa, com deslumbrantes vistas sobre as montanhas e o mar. Desenhado por Robert Trent Jones e inaugurado em 1991, este campo está situado a curta distância do Funchal e a menos de 15 minutos do Aeroporto Intercontinental da Madeira. Com 27 buracos disponíveis para jogar, tem 6039 metros e par 72, sendo caracterizado por generosos "fairways" e "greens" e uma escolha de posições dos Tees que favorece todas as habilidades.
Endereço – Casais Próximos, 9200 – 152 Santo António da Serra
Telefone – +351 291 550100

Palheiro Golf
500 m acima da baía do Funchal situa-se o Campo do Palheiro Golfe, junto aos exóticos jardins da Quinta do Palheiro. Inaugurado em 1993, foi desenhado por Cabel Robinson, que teve a preocupação de aproveitar ao máximo as colinas, cumes e vales profundos desta região, de modo a proporcionar aos profissionais de golfe um tipo de jogo emocionante e competitivo.
Este campo, com 18 buracos, par 72, tem 6015 metros e, ente outras facilidades, dispõe de pro-shop, putting green e driving range.
Rua do Balancal nº 29, 9060 – 414 Funchal
Telefone – +351 291 790120
Web – www.palheirogolf.com
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Parque Natural da Madeira |
Em 1982, o Governo Regional da Madeira declarou dois terços da ilha como Parque Natural visando a salvaguarda dum vasto património natural, que constitui uma raridade a nível mundial. A área de protecção engloba a Floresta Laurissilva, as Reservas Naturais das Ilhas Selvagens e Desertas, a Reserva Natural do Garajau, a Reserva Natural da Rocha do Navio e o próprio Parque Natural. A Ilha da Madeira insere-se na área geográfica da Macaronésia (de que também fazem parte o arquipélago dos Açores, Canárias e Cabo Verde), que se distingue por conservar vestígios de uma floresta anterior às últimas glaciações, a Laurissilva. Enquanto que nas outras regiões a intervenção humana extinguiu quase totalmente esse património, na Madeira a floresta subsistiu e hoje em dia a Ilha mantém a maior área de floresta Laurissilva do mundo, ocupando uma área de 15 mil hectares.
O Serviço do Parque Natural da Madeira (SNPM) é a instituição governamental que tem sob a sua tutela a gestão e protecção do Parque Natural da Madeira.
SÍTIO DA ROCHA DO NAVIO
A Reserva desenvolve-se entre a Ponta de São Jorge e a Ponta do Clérigo, costa norte da Ilha da Madeira, no concelho de Santana. Esta área protegida foi criada com o objectivo de proteger os habitats naturais que estavam a ser gravemente danificados pela pesca excessiva. Esta reserva inclui o Ilhéu da Viúva ou da Rocha do Navio com várias espécies de plantas exclusivas do arquipélago da Madeira, para além do núcleo de Zimbros, uma espécie muito comum no Porto Santo e no litoral da Ilha da Madeira.
RESERVA DO GARAJAU
Esta reserva, criada em 1986 e localizada na costa sul da ilha da Madeira, constitui uma extraordinária reserva marinha.
Entre a fauna que ali se pode observar, contam-se alguns peixes de grande porte, como o Mero ou a Manta e a Jamanta cujo porte e graciosidade de movimentos fazem do local uma atracção internacional, para além de uma grande variedade de outras espécies costeiras.
A passividade dos peixes, habituados a conviver com os mergulhadores, permite a liberdade de nadar entre eles, com excelentes oportunidades para a fotografia aquática.
Dentro da área de reserva é proibida qualquer actividade de pesca e a navegação está também condicionada.

ILHAS DESERTAS
As Ilhas Desertas pertencem ao arquipélago da Madeira e localizam-se 11 milhas a Sudeste da ilha da Madeira e a 21 milhas do porto do Funchal. São 3 ilhas : Ilhéu Chão, Deserta Grande e Bugio.
As ilhas foram propriedade privada de duas famílias inglesas da Madeira entre 1894 e 1971 (tal como foram as Ilhas Selvagens), tendo sido compradas então pelo estado português.
Em 1990 as Desertas tornaram-se uma reserva natural, que inclui as ilhas e o mar que as rodeia, até uma profundidade de 100 metros. A reserva foi dividida em duas zonas protegidas, sendo a parte sul da Deserta Grande e o Bugio interditas aos visitantes. Na Deserta Grande existe uma estação de investigação com três vigilantes, que são a única presença humana permanente.
A partir de 1992 foram classificadas como Reserva Biogenérica pelo Conselho da Europa. presença permanente.
ILHAS SELVAGENS
As Ilhas Selvagens situam-se a 250 quilómetros ao sul da cidade do Funchal, a cerca de 250 quilómetros a oeste da costa africana, a cerca de 1000 quilómetros a sudoeste do continente europeu, a 165 quilómetros a norte da comunidade autónoma espanhola das Canárias. As Selvagens têm origem vulcânica sendo constituídas por duas ilhas principais e várias ilhotas. O grupo nordeste compreende a "Ilha Selvagem Grande" e duas pequenas ilhotas, "Palheiro da Terra" e "Palheiro do Mar". O grupo sudeste compreende a "Ilha Selvagem Pequena" e o "Ilhéu de Fora" entre numeroso ilhéus mais pequenos que incluem o "Alto", o "Comprido", o "Redondo" e o pequeno grupo dos "Ilhéus do Norte". Uma extensa barreira de recifes circundam o arquipélago e torna-se difícil ancorar nas costas das ilhas. O arquipélago é um santuário para aves, é muito agreste e tem uma área total de 273 hectares.
As Selvagens actualmente têm apenas dois habitantes (semipermanentes), guardas do Parque Natural da Madeira. A Reserva Natural das Ilhas Selvagens foi criada em 1971, sendo uma das mais antigas reservas naturais de Portugal.
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Jardins e Parques da Madeira |
FUNCHAL
Jardim Orquídea
Com mais de 50.000 plantas, este jardim, único na Europa, é como que uma selva de orquídeas. Foi criada uma floresta em miniatura onde terá a oportunidade de observar uma grande variedade de orquídeas, tanto na sua forma original, como híbridas, bem como muitas outras plantas tropicais.
Apresenta um interessante trabalho de reprodução em laboratório e as suas plantas florescem durante todo o ano.
A empresa foi fundada na Áustria nos tempos da Monarquia dos Imperadores e, desde então, a família, já na quarta geração, dedica-se à investigação e criação de novas espécies das mais variadas plantas.
Poderá também usufruir de um pequeno cofee shop no terraço, onde poderá admirar uma soberba vista sobre o Funchal e experimentar vinho austríaco e especialidades regionais.
Pode ser visitado todos os dias das 09:30 às 18:00, e está situado na Rua Pita da Silva nº37, 200 metros abaixo ao Jardim Botânico (ver anúncio na secção classificada do Guia)
www.madeiraorchid.com
info@madeiraorchid.com
Jardim Botânico
Este é o jardim mais famoso e visitado da Madeira, localizando-se a 3 km do centro do Funchal, na encosta Sul de um vale que reúne condições excepcionais para a criação e manutenção de uma exuberante vegetação. Para além de oferecer uma vista sublime sobre a baía do Funchal, tem 35.000m2, com mais de 2000 plantas exóticas, oriundas de todos os continentes e onde se desenvolvem projectos de investigação e recuperação de espécies em vias de extinção.
É constituído por seis áreas principais: arboreto, indígenas, suculentas, agricultura, aromática e medicinais, e palmeiras. Ginkgos, magnólias, cedros, araucárias, dombeias, choupos, jacarandás, tipuanas, ficus e muitas outras espécies crescem na zona de arboreto e revelam-se em formas harmoniosas e cores contrastantes.
A área dedicada às plantas indígenas é da autoria do Engº. Rui Vieira, primeiro director do jardim. Está representada por cerca de 100 espécies da flora macaronésica da Madeira, Açores, Canárias e Cabo Verde.
Encontra-se aberto todos os dias das 09:00 às 18:00.
www.sra.pt/jarbot
jardimbotanico.sra@gov-madeira.pt
Jardim dos Loiros
Mesmo ao lado do Jardim Botânico, o Loiro Parque é mais uma atracção do jardim e acolhe cerca de três centenas de aves exóticas e raras, na sua maioria tropicais, como catatuas e loricos das ilhas tropicais asiáticas, piriquitos australianos e papagaios anões. É uma viagem pelo pelo mundo colorido dos papagaios.
Jardim Panorâmico
O Jardim Panorâmico está localizado em plena zona turística do Funchal, situando-se entre o Passeio Público Marítimo e a Estrada Monumental, no sítio da Ajuda.
A vegetação existente foi agrupada em quatro temáticas distintas: Flora Indígena do Litoral, Flora Indígena de Média Altitude, Cactos e Suculentas e Zona Tropical.
Oferece uma magnífica vista panorâmica sobre o Atlântico.
Jardim Quinta das Cruzes
Localizado no parque anexo ao Museu da Quinta das Cruzes, este jardim dispõe de um variadíssimo leque de plantas endémicas e exóticas.
Pode ser visitado de Terça a Domingo das 10:00 às 12:30 e das 14:00 às 18h00 na Calçada do Pico, nº1, no Funchal.
www.rpmuseus-pt.org
mqc@netmadeira.com
Jardim da Quinta Magnólia
Neste jardim com 40 000 m2 de vastos espaços verdes, podem-se observar variadas plantas exóticas e árvores dos quatro cantos do Mundo. Foi uma delas, a Magnolia grandiflora, natural da América do Norte, que lhe emprestou o nome. Uma notável colecção de palmeiras e de lauráceas também estão presentes, sem esquecer as frondosas canforeiras localizadas junto ao relvado central.
No espaço entre o grande relvado e o parque infantil são muitas as espécies de árvores e arbustos como a marcâmia (Markamia platycalix), a schótia (Schótia brachypetala), a dombeia (Dombeya wallichii) e a coralina cristada (Erythrina cristagalli). Da flora madeirense há ainda os dragoeiros.
Aberto todos os dias das 08:00 às 21:00.
Jardins do Palheiro
Para além das vistas panorâmicas que oferecem, pois estão situados numa colina sobre a cidade do Funchal, os jardins do Palheiro, compostos por amplos relvados e lagos, possuem uma imensa colecção de plantas exóticas de todo o Mundo. Estes Jardins particulares estão abertos ao público aos dias úteis e recebem mais de 40.000 visitas por ano.
Podem ser visitados de Segunda a Sexta das 09:00 às 16:30, no Palheiro Ferreiro.
www.madeira-gardens.com
gardens@palheiroestate.com
Jardim Tropical Monte Palace
É na Quinta Monte Palace, na localidade do Monte (conhecido como a Sintra da Madeira) que se encontra o Jardim Tropical do Monte Palace, propriedade da Fundação José Berardo.
Foram já plantadas cerca de 100.000 espécies vegetais, entre azáleas, urzes, e árvores diferentes, para além da grande variedade de fetos. O jardim apresenta também uma colecção de cicas (encephalartos) que são consideradas fósseis vivos. Das 72 espécies conhecidas, este jardim conta com cerca de 60 variedades.

Apresenta ainda um espaço dedicado à flora madeirense, no qual se encontram a maior parte das variedades da Laurissilva da Macaronésia, além de outras espécies em vias de extinção, como por exemplo o Pittosporum coriaceum, popularmente conhecido como "Mocano".
O Jardim Tropical Monte Palace pode ser visitado nos dias da semana, das 09:00 às 17:00, com entrada no Caminho do Monte, nº174 ou no Caminho das Babosas.
www.montepalace.com
fundacaoberardo@netmadeira.com
Jardins da Quinta da Boa Vista
A principal atracção desta quinta é a exposição de orquídeas, que têm vindo a ser coleccionadas e galardoadas ao longo dos últimos 20 anos. De Dezembro a Maio, as estufas de orquídeas constituem exposições florais notáveis: Cymbidums, Paphipedilums (sapatinhos) e Lycastes aí predominam, enquanto que no resto do ano, uma colecção de híbridos e espécies raras podem ser apreciados pelos visitantes.
Mas há outras razões que justificam uma visita, como os sectores dedicados a Bromeliads da América do Sul, Martinetes da Austrália e Alóes de África.
O Jardim Quinta da Boa Vista localiza-se na Rua Lombo da Boa Vista, no Funchal. Pode ser visitado de segunda-feira a sábado, das 09:00 às 17:30 (excepto feriados).
Jardim de Santa Luzia
A zona da antiga fábrica do Hinton, edifício histórico que albergava uma grande fábrica de aguardente e açúcar de cana, vestígio dos tempos de uma próspera indústria açucareira, foi transformada num espaço verde no coração do Funchal.
A única coisa que restou da velha fábrica foi a enorme chaminé.
Possui cerca de 17.000 m2 de áreas verdes, que incluem cinco jardins temáticos diferentes: Jardim do Anfiteatro, Jardim Tropical, Jardim da Água, Jardim dos Socalcos e Jardim da Laurissilva.
Jardim Municipal
O Jardim Municipal, também conhecido por Jardim Dona Amélia, situa-se no lado norte da Avenida Arriaga e ocupa uma área de 8.300 m2. Neste espaço existia antigamente o Convento de são Francisco, do qual ainda resta a Pedra de Armas, em exposição num dos relvados.

O jardim possui exemplares da flora da Madeira e de muitas outras partes do Mundo. Possui ainda um lago e um riacho com peixes e aves. São de destacar também algumas obras de arte e um auditório onde se realizam diversas actividades culturais.
Parque de Santa Catarina
O Parque de Santa Catarina localiza-se na cidade do Funchal e possui uma área de 36 000 m2. É um dos parques mais importantes da cidade, sendo utilizado não só para simples passeios, mas também como local de manifestações, celebrações populares (como a do Dia do Trabalhador) ou para a realização de pequenos eventos (como exposições sobre animais).
Este parque possui, um grande relvado, rodeado por diversos canteiros demonstrativos das inúmeras espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas provenientes de todos os cantos do Mundo.
Destacam-se ainda a Capela de Santa Catarina e a lagoa onde foi construída uma ilha para repouso e nidificação das aves que aí vivem.
Parque Municipal do Monte
O Parque do Monte, também designado por Parque Leite Monteiro, apresenta árvores centenárias e muitas espécies indígenas e exóticas.
À entrada, encontramos o Largo da Fonte, sombreado por grandes plátanos e seguidamente um coreto e a Fonte da Virgem, edificada em mármore e cantaria.
Este parque, considerado o jardim municipal que se situa a uma maior altitude (cerca de 550 metros), é também caracterizado por uma frescura repousante, para a qual contribui o ribeiro, que aí passa, caindo em cascata, na zona mais a sul.
Parque Ecológico do Funchal
Este parque estende-se por uma área de cerca de 1.000 hectares.
A existência de diferenças consideráveis de altitude, conjugada com os vários cursos de água, leva a que o Parque possua uma flora indígena bastante variada que tem vindo a ser reforçada com a plantação de árvores como o Til (Ocotea foetens), o Loureiro (Laurus azorica), o Vinhático (Persea indica) e o Barbusano (Apollonias barbujana).
Nas zonas mais altas do Parque prosperam formações arbustivas, com predomínio da Urze Molar e da Uveira da Serra (Vaccinium padifolium).
Entre os 1550 e os 1600m, sobrevivem os dois últimos núcleos de Sorveiras. A Sorveira ou Tramazeira (Sorbus maderensis) é um endemismo madeirense muito raro.
No campo da avifauna podemos encontrar uma percentagem bastante representativa das espécies nidificantes no Arquipélago da Madeira.
O Parque Ecológico do Funchal desenvolve acções nos campos da Conservação da Natureza, da Educação Ambiental e da Criação de Espaços de Recreio e Lazer para a população residente e visitantes.
Alguns dos trabalhos realizados pelo Parque, actualmente, prendem-se com a limpeza das áreas infestadas com eucaliptos e acácias. Paralelamente estão a ser introduzidas espécies indígenas com o objectivo de restituir a estas montanhas sobranceiras ao Funchal a floresta autóctone. Outra medida de crucial importância para a conservação e expansão das associações vegetais indígenas foi a retirada das ovelhas e cabras que viviam em pastoreio livre.
Realizam-se também acções de Educação Ambiental nas quais participam os alunos das várias escolas do Arquipélago da Madeira e mesmo alguns alunos de fora da Madeira
Um outro motivo de atracção, pela sua singularidade no património cultural madeirense, é o Poço da Neve, reservatório que em tempos servia para guardar gelo.
Telefone +351 291 784 700
E mail pecof@cm-funchal.p
www.cm-funchal.pt/ambiente/parque_ecologico/pq_ecologico.htm
CONCELHO DE SANTANA
Roseiral da Quinta do Arco
Nos jardins da Quinta do Arco, localizada no Arco de São Jorge, na costa norte da ilha, poderá conhecer uma das maiores colecções de roseiras de Portugal, da qual fazem parte algumas espécies de roseiras raras e outras em via de extinção.
A colecção é constituída por mais de mil diferentes espécies desta flor. Poderá observar roseiras antigas e contemporâneas, trepadeiras e não trepadeiras. As mais importantes e raras encontram-se identificadas pelos nomes e respectivas classes.
Aberto ao público diariamente das 11h00 às 18h00.
Sítio da Lagoa Arco de São Jorge
Tel.: 291 570270
info@quintadoarco.com
www.quintadoarco.com
Parque Florestal das Queimadas
As Queimadas constituem um local isolado, a 5 km de Santana.
Este é um óptimo local para fazer piqueniques ou caminhar. Para lá chegar terá que seguir para oeste de Santana até encontrar um desvio. Nesse desvio, há uma estrada que rapidamente se transforma num caminho acidentado que sobe a montanha. Passando entre molhos de tojo, hortênsias e flores selvagens, este caminho vai dar ao centro de uma maravilhosa floresta. Aqui perto encontra-se a Casa das Queimadas, uma enorme construção de telhado de colmo destinada aos guardas florestais. Na área circundante da casa, foram instaladas mesas para piquenique e casas de banho públicas.
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Passeios a Pé |
Um dos principais atractivos da Madeira são os extraordinários passeios a pé que se podem fazer pelas levadas, que são canais de irrigação, construídos nas montanhas, destinados a transportar as águas dos lugares onde esta abunda para os locais onde escasseia, regando as culturas e plantações e alimentando as aldeias. Percorrem mais de 2150 km através da ilha.
As levadas, foram fruto de um trabalho duro e árduo erigido por diversas gerações, em condições extremamente difíceis e com ferramentas rudimentares.
Caso decida fazer um passeio, prepare-se para descobrir paisagens, singulares na sua beleza, e recantos com uma flora única no mundo
Quando fizer um passeio a pé por uma destas levadas, leve SEMPRE botas de montanha, roupa quente e de chuva, uma lâmpada eléctrica, um saco com água e alguma comida. Avise algum dos seus familiares, amigos ou a recepção do seu hotel. Os telefones portáteis nem sempre têm rede. A minha sugestão é que entre em contacto com uma Agência de Viagens especializada em passeios.
Sugestões de Passeios:
Rabaçal / 25 Fontes / Rabaçal (Concelho de Santana)
Duração – 3h15; Grau de Dificuldade – Fácil / Moderado; Distância 9 Kms; Equipamento – botas, impermeável, água e comida
Este é um dos passeios mais bonitos que pode fazer na Madeira, com vales, quedas de água, loureiros e urzes centenárias.
Pode ir de carro pela Estrada Regional 110 até ao Rabaçal. Aí encontrará a casa de abrigo. O percurso é relativamente acessível, mas não aconselhável a pessoas com vertigens em virtude da estreiteza da levada em determinadas zonas.
As 25 fontes são uma lagoa rodeada de vegetação, que recebe as águas vindas de várias nascentes com origem no Paul da Serra. Quando aqui chegar aproveite e usufrua da calma e da beleza deste sítio único. O regresso far-se-á pelo mesmo caminho.
Queimadas / Caldeirão Verde / Queimadas (Concelho de Santana)
Duração – 5h00; Grau de Dificuldade – Fácil / Moderado; Distância 12 Kms; Equipamento – botas, impermeável, lanterna, água e comida.
Este percurso começa no Parque Florestal das Queimadas em Santana, onde se encontra a Casa de Abrigo das Queimadas, casa esta que mantém as características originais das Casas Típicas de Santana, com o tradicional telhado em colmo. Depois irá atravessar abruptas escarpas e montanhas, admirar a vegetação de Laurissilva, observar vales, pequenas crateras, quedas de água, passar pelos 4 túneis existentes ao longo do percurso e, finalmente, encontrará o Caldeirão Verde à esquerda da levada.
O lago do Caldeirão Verde é formado pela água que se projecta verticalmente do leito do ribeiro do Caldeirão Verde a uma altura de aproximadamente 100 m.
Para regressar deverá fazer o mesmo percurso em sentido inverso.
Caminho Real da Encumeada (Início Concelho de Câmara de Lobos e final Concelho de São Vicente)
Duração – 6h30; Grau de Dificuldade – Moderado; Distância: 12,5 km; Equipamento - botas, impermeável, lanterna, água e comida.
Desta vez o início é no Miradouro da Boca da Corrida, no Estreito de Câmara de Lobos. Prepare-se para atravessar parte do Maciço Montanhoso Central, junto à base dos picos mais altos da Ilha da Madeira e vislumbrar o Curral das Freiras, pequena vila rodeada de montanhas gigantes. Outra constante ao longo do percurso será a abundante floresta laurissilva. Ao contornar o Pico Grande e avistar a Serra d’Água e a Encumeada e, posteriormente, passar pelos tubos de água que vão abastecer a Central Hidroeléctrica da Serra d’Água, saberá que o final do percurso, na Boca da Encumeada, está-se a aproximar.
Vereda da Ponta de São Lourenço (Concelho de Machico)
Duração – 2h30; Grau de Dificuldade – Fácil; Distância: 8 km; Equipamento - botas, água e comida.
Ao entrar no túnel que liga Machico ao Caniçal, prepare-se para sair de um mundo verde e luxuriante e entrar noutro árido e despido. A Ponta de São Lourenço localiza-se no extremo oriental da ilha e este é o local onde as montanhas, o mar e a natureza se combinam para dar resultado a um fabuloso milagre da mãe natureza.

A partir do “muro de pedra da Baía d’Abra” toda a área integra o Parque Natural da Madeira e está classificada como reserva natural . Toda a área terrestre e a área marinha adjacente à costa Norte, até à profundidade dos 50 m, integram a rede europeia de sítios de importância comunitária - Rede Natura 2000.
A paisagem que aqui encontra é totalmente diferente da do resto da ilha pois o clima é semi-árido, a vegetação rasteira e as árvores primam pela ausência.
Encontrará uma grande variedade de plantas, algumas delas endémicas, a fauna também é muito rica, existindo colónias de Gaivotas, Pintassilgos, Francelhos, cagarras etc.
Ao chegar ao Cais do Sardinha aproveite para dar um mergulho nas cristalinas águas do Oceano Atlântico.
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Teleféricos |
Os dois teleféricos de exploração turística, existentes no Funchal, permitem realizar um programa de meio dia pelas encostas verdejantes do sul da ilha e dão a conhecer alguns dos seus cenários mais belos e recônditos.
Funchal
Teleférico Funchal - Monte
Localizado na Zona Velha da Cidade, no Campo Almirante Reis, liga o Funchal ao Monte em cerca de 15 minutos. A estação do Monte situa-se no Largo das Babosas.
Com um total de 39 cabines de 7 lugares cada, este meio de transporte proporciona deslumbrantes vistas sobre a baía e os vales do Funchal.
O Monte é, não esqueçamos, dos locais mais bonitos da Madeira, com a sua paisagem luxuriante, um património arquitectónico único, os magníficos jardins e os carros de cesto, actividade única no mundo, que permite o regresso à capital num percurso inesquecível, através de um carro de cesto movido pelos pés de dois “carreiros” numa descida vertiginosa.
Horário de funcionamento: - das 09:30 às 17:45

Teleférico do Jardim Botânico
Este teleférico liga o Jardim Botânico à localidade das Babosas (Monte) em cerca de 9 minutos.
A estação principal localiza-se no Jardim Botânico e a outra no Monte, junto ao Largo das Babosas.
A linha do teleférico do Jardim Botânico, com um percurso de 1.600 metros e uma altitude entre os 10 e os 100 metros do solo, apresenta 12 cabinas, com capacidade para 8 pessoas em cada uma delas, podendo transportar cerca de 400 pessoas por hora.
Este teleférico oferece aos visitantes um percurso panorâmico com vistas privilegiadas sobre a baía do Funchal e sobre o Vale da Ribeira de João Gomes, local de rara beleza natural constituído por uma mancha florestal de Laurissilva.
Este teleférico oferece também um excelente acesso às levadas dos Tornos, Bom Sucesso e ao Curral dos Romeiros, pólos de atracção turística muito procurados.
Horário de funcionamento:
Todos os dias das 9H30 às 17H30
Caniço
Teleférico do Garajau
Este Teleférico, com duas cabines, liga a zona do Cristo Rei e o espaço balnear. O teleférico tem uma torre, duas estações (uma junto ao Cristo Rei e outra junto à praia) e duas cabinas, cada uma com capacidade para oito pessoas e eleva-se a uma cota de 152,9 metros e percorre, em inclinação, 268,10 metros.
Santana
Teleférico das Achadas da Cruz
Localizado no Coneceho de Santana, foi a solução encontrada para aproximar o resto do mundo à quase inacessível fajã, junto ao mar, onde existem terrenos agrícolas e um interessante acesso ao mar. O teleférico serve esses propósitos agrícolas mas é também um meio de transporte vocacionado para o turísmo, com a sua impressionante descida com vista sobre a escarpa. O passeio junto ao mar, a beleza da paisagem e a tranquilidade do lugar convidam a um momento bem passado, ideal para tirar fotografias e bom para um passeio relaxante e cheio de adrenalina.
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Calendário das Festas |
Os arraiais são por definição as mais tradicionais festas populares da Madeira, geralmente associados às festas religiosas, onde podem ser apreciados os grupos folclóricos, as bandas filarmónicas, bem como os tapetes de flores. São também frequentes os despiques entre os romeiros que vêm pagar as suas promessas ao santo padroeiro.
Nestas festas, não faltam as oportunidades de saborear a deliciosa gastronomia madeirense, podendo comer a tradicional espetada em pau de louro, acompanhada pelo bolo do caco e do vinho seco ou da cerveja com laranjada.
Os arraiais mais conhecidos são o da Senhora do Monte (Funchal), a Senhora do Loreto (Calheta), o Senhor dos Milagres (Machico), a Senhora da Graça (Calheta), Senhor Bom Jesus (Ponta Delgada).
No entanto, o calendário de festas no arquipélago é muito variado e rico, não se limitando aos arraias. O carnaval, a Festa da Flor, a Festa do Vinho Madeira, o Festival do Atlântico e a mundialmente famosa passagem do ano, com o espectáculo único de luz e fogo de artifício, são espectáculos extraordinários que fazem as delícias dos visitantes.
O calendário seguidamente apresentado não é exaustivo, referindo apenas as festas mais significativas Concelho a Concelho.
CONCELHO DO FUNCHAL
Festa de Carnaval - As Festas de Carnaval da Madeira são marcadas por dois eventos principais:
- O Grande Cortejo Alegórico, que ocorre no Sábado de Carnaval, procura fazer uma síntese entre as raízes populares do carnaval madeirense e o carnaval brasileiro. Nele participam vários grupos, com milhares de figurantes, que inundam as principais ruas do Funchal de música e alegria contagiante;
- O desfile do Cortejo Trapalhão da Terça-feira de Carnaval, mais marcadamente popular e um pouco “anarca”, onde a mordaz crítica política está sempre presente, contando com a participação espontânea da população.
Esta é uma semana de animação constante, que invade os hotéis, os bares e as discotecas, transformando-os em locais de animação contínua.
Festival do Atlântico – festival que tem como ponto alto o fogo de artifício organizado por empresas de diferentes países que, nos quatro sábados do mês de Junho, competem entre si para serem eleitos pelo público como os “reis” da pirotecnia. No entanto, este festival não se limita ao fogo de artifício, tendo mais duas componentes: O Festival de Música da Madeira e diversos espectáculos de animação de rua, sendo o primeiro especializado em música erudita, com a particularidade de vários concertos terem lugar em igrejas e catedrais.
Festival de Jazz – Este festival, que já vai na 9ª edição, decorre durante três noites no 1º fim-de-semana de Julho, no fantástico cenário dos Jardins da Quinta Magnólia. Tem vindo a ganhar prestígio a cada ano que passa, juntando conceituados artistas regionais, nacionais e internacionais.
Festa do Monte – É das mais importantes festas do ano para os madeirenses, que se deslocam à Igreja de Nossa Senhora do Monte para rezarem ou pagarem promessas, subindo os 74 degraus do templo de joelhos. Os visitantes poderão também apreciar a culinária madeirense, como a espetada, o bolo do caco, a sopa de trigo entre outras. Realiza-se a 14 e 15 de Agosto.
Festa da Flor - a tradicional Festa da Flor realiza-se todos os anos após a Páscoa, celebrando a Primavera, tem como ponto alto o cortejo de carros alegóricos, que inclui milhares de figurantes e onde são exibidas inúmeras espécies florais pelas principais ruas da cidade.
Na véspera, milhares de crianças desfilam entre a Avenida Arriaga e a Praça do Município para ali depositarem uma flor e assim construírem um «Muro da Esperança».
Para além destas iniciativas, a Festa da Flor 2005 conta ainda com muitas outras atracções, como a construção de tapetes florais nas placas centrais da Avenida Arriaga e do Largo do Chafariz, concursos de decoração de montras dos estabelecimentos comerciais, actuações de grupos folclóricos, a Exposição da Flor, no Largo da Restauração, concertos de música clássica e espectáculos de variedades.

Festa do Vinho Madeira – Sendo o vinho Madeira um dos mais emblemáticos produtos produzidos no arquipélago, esta festa é uma forma de celebrar a sua importância, reconstituindo as formas tradicionais de produção. A apanha da uva, os cortejos dos vindimadores, a pisa da uva, a degustação, a música e dança são os momentos altos deste evento que decorre de 5 a 7 de Setembro.
Festa da Castanha – Decorre todos os anos no início de Novembro na Vila do Curral das Freiras, local onde existem muitos castanheiros, que servem de inspiração e matéria prima para as mais variadas criações culinárias, desde a sopa ao licor de castanha.
Natal e Festa do Fim do ano – O mês de Dezembro é completamente dominado pelas celebrações natalícias. O programa inicia-se com a abertura das iluminações nas ruas do Funchal, sempre com motivos natalícios e acompanhada de música alusiva a esta época. Um pouco por toda a cidade poderá assistir a actuações de folclore, música clássica, pop/rock etc. Terá também oportunidade de visitar muitas exposições natalícias.
Na noite de 23 para 24 realiza-se a Noite do Mercado, no Mercado dos Lavradores, com muitas barracas repletas de frutas, hortaliças, vinho e cerveja, que poderemos apreciar ao som de boa música.
Depois do Natal, a festa continua em crescendo até à apoteose do 31 de Dezembro. A passagem de ano na Madeira é um espectáculo de fogo e luz mundialmente conhecido, figurando inclusive no Guiness como o maior espectáculo pirotécnico do mundo. É daqueles eventos que todos devem ver pelo menos uma vez na vida, daí ser a principal atracção turística da região, atraindo todos os anos dezenas de milhar de turistas. Se tiver a boa ideia de vir nessa altura, reserve com bastante tempo de antecedência pois os hotéis costumam ter taxas de ocupação próxima de 100 por cento.
CONCELHO DE SANTA CRUZ
Festa de Santo Amaro - Os festejos do padroeiro de Santa Cruz, Santo Amaro, dão lugar à festa religiosa mais importante do concelho de Santa Cruz. Uma festa de três dias de muita animação, que marca o encerramento das festividades de Natal e que inclui a tradicional procissão, a feira etnográfica e grupos musicais. A celebração tem lugar no final da 1ª quinzena de Janeiro.
Festival Art´Camacha – Centrado no Largo Conselheiro Aires de Ornelas, na Vila da Camacha, inclui um rico programa musical que vai do folclore, aos grupos corais, às tunas e concertos de rock, exposições de artes plásticas, teatro, gastronomia. Também pode aproveitar para jantar ou simplesmente saborear uma bebida e alguns petiscos, num dos Restaurantes e Bares presentes onde não faltará a tradicional espetada.
Festa da Cebola - A Festa da Cebola, é um veículo de divulgação de uma produção tradicional madeirense de grande importância para todos os agricultores que se dedicam a esta actividade. O certame conta com um vasto leque de acções, de entre as quais se destacam as palestras técnicas sobre a cultura da cebola, exposição de arranjos florais com casca de cebola, entrega de prémios aos agricultores e vasto programa de animação musical, que inclui folclore, fado, tunas e teatro. No último dia do certame temos o Cortejo Alegórico da Cebola. Este realiza-se no final do mês de Abril.
CONCELHO DE MACHICO
Semana Gastronómica de Machico - Com o objectivo principal de divulgar a gastronomia regional, com privilégio para as especialidades do Concelho, realiza-se há 20 anos na Cidade de Machico a Semana Gastronómica, que tem lugar na 1ª semana de Agosto. A par da gastronomia, há lugar para outras actividades, tais como o Festival de Cocktails, Torneio de Futebol de Veteranos, Volei de Praia, Basquetebol e muita animação musical.
Festa da Nossa Senhora da Piedade – Esta festa celebra-se na Vila do Caniçal em honra de Nossa Senhora da Piedade atrai muitas pessoas, a maioria no cumprimento de promessas feitas à Virgem Maria.
No Domingo inicia-se a procissão que sairá da Capela de Nossa Senhora da Piedade, transportando, por via marítima, a imagem de Nossa Senhora da Piedade. Os barcos partem do Cais Novo do Caniçal, todos enfeitados com folhas de palmeira e bandeiras, com destino ao cais da Quinta do Lorde. Neste cais os romeiros saem e continuam a procissão a pé até à Capela de Nossa Senhora da Piedade, regressando em seguida à vila novamente por mar. Neste templo será celebrada a missa da vigília da festa. Esta festa decorre no terceiro fim de semana de Setembro
Festa da Uva - O Porto da Cruz acolhe anualmente em Setembro a Festa da Uva, certame que serve de pretexto para uma grande animação popular. Um desfile alegórico subordinado ao tema é apresentado nesta festa, a qual reúne muitos aspectos culturais da freguesia, tradicional produtora de uva americana.
Festa do Senhor dos Milagres - a cidade de Machico comemora no início de Outubro a Festa do Senhor dos Milagres, onde milhares de pessoas acorrem. São dois dias de festa com a celebração da solenidade do Senhor dos Milagres, em que se realiza uma procissão nocturna. No decorrer das festividades, a iluminação pública é desligada, aumentando assim o ambiente de religiosidade.
Esta celebração evoca a aluvião ocorrida no dia 9 de Outubro de 1803, que destruiu a capela onde se encontrava aquela preciosa Imagem, arrastando esta para o mar. Recuperada anos mais tarde, regressou à sua respectiva capela, entretanto reconstruída, em 1813.
CONCELHO DE SANTANA
Festival Internacional do Faial “Vozes do Atlântico” - Este é um festival aberto aos jovens de toda a Ilha, que concorrem com músicas originais e competem entre si. É um encontro entre os músicos mais experientes e os mais jovens que querem mostrar a sua criatividade. O convívio entre os participantes, os organizadores, os colaboradores e o público, e o gosto pela poesia e o contacto com a Natureza concorreram igualmente para a criação de um ambiente especial. É um Festival que tem criado raízes e consolidado como uma actividade que, ao longo dos anos, tem contribuído para a revelação de novos valores e formação de grupos musicais, para a cultura e o entretenimento, especialmente das gentes do Faial. Tem lugar a 11 de Agosto.
Festa da Anona – esta festa celebra o fruto que a Madeira mais exporta para fora de Portugal, a anona. Pretende não só promover este delicioso fruto mas é também caracterizado por um vasto programa musical com artistas locais, nacionais, tunas e folclore. É realizado em Fevereiro ou Março (festa móvel).
48 Horas a Bailar - Considerada uma das festas mais invulgares da Madeira, o Festival de Folclore reúne todos os ranchos folclóricos regionais, que se juntam para actuar durante 48 horas consecutivas na freguesia de Santana. Esta é também uma oportunidade para demonstrar muitas especialidades gastronómicas e aspectos culturais e tradicionais do concelho. Existem várias barraquinhas de comes e bebes e muita animação. A data da realização deste evento é na primeira quinzena de Julho.
CONCELHO DE PORTO MONIZ
Semana do Mar – realiza-se na 1ª semana de Julho e assinala o início do Verão. Durante uma semana a Vila serve de palco a diversos jogos náuticos, competições desportivas e animação de vária índole, com Grupos de Folclore e Música Tradicional Madeirense. Este é um evento relativamente jovem que, no entanto, tem ganho maior notoriedade a cada nova edição.
Feira Agropecuária do Porto Moniz - Todos os anos no mês de Julho, decorre uma feira agro-pecuária organizada pela Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, onde a principal preocupação, é fomentar o desenvolvimento da actividade agro-pecuária, sendo uma boa oportunidade para os produtores darem a conhecer o seu meio de trabalho, exporem e até comercializarem os seus produtos. Até 1980 a feira foi conhecida pelo nome de "Feira do Gado", pois apenas eram expostos animais. Só que a partir desse ano, a feira estendeu-se à agricultura, ficando a ser denominada por “Feira Agro-pecuária”, mas curiosamente hoje em dia a maioria das pessoas, ainda refere-se a ela como a “Feira do Gado”. À boa maneira de arraial, podemos desfrutar dos comes e bebes e espectáculos que acompanharam a feira.
A partir de 2008, o evento passará a decorrer num novo espaço, com melhores condições, chamado de “ A Porta da Laurissilva”.

CONCELHO DE SÃO VICENTE
As festas religiosas do Concelho de São Vicente desde sempre atraíram gentes de outras paragens. Das várias celebradas anualmente, realçamos a romaria do Senhor Bom Jesus, na Ponta Delgada, no 1º Domingo de Setembro, a romaria de Nossa Senhora do Rosário, na Freguesia de São Vicente, celebrada no 1º Domingo de Outubro, o arraial dos Lameiros, no 1º Domingo de Agosto., o arraial das Feiteiras, no último Domingo de Julho, o arraial da Fajã do Penedo, Freguesia de Boaventura, no 2º e 3º Domingo de Setembro, e o arraial da 1ª Lombada, na Ponta Delgada, no 2º Domindo de Agosto.
CONCELHO DA CALHETA
“Existem, por todo o Concelho da Calheta, manifestações populares bem características e dignas de relevo: “As festas do Espírito Santo, com os cantares das saloias e o tipicismo do seu traje (mês de Maio). Orgulhemo-nos delas!”
In “história com história” de António Manuel de Castro e Maria Elisa de França Brazão.
Festa do Pêro – realiza-se no mês de Setembro onde centenas de agricultores de toda a ilha reúnem-se na freguesia da Ponta do Pargo, no extremo oeste da ilha, para participarem na Festa do Pêro, fruto muito famoso nesta região. Esta festa é acompanhada das habituais barracas, tornando-se num animado arraial.
CONCELHO DA RIBEIRA BRAVA
Festa de São Pedro - Neste concelho a Festa de São Pedro assume posição de destaque, tendo lugar a 28 e 29 de Junho, altura em que as ruas são todas ornamentadas e, durante a noite, as iluminações eléctricas e os foguetes animam a festa. Encontram-se barracas distribuídas pela Vila que fornecem carne de vaca para a espetada em pau de louro, de forma a serem confeccionados pelos próprios clientes. Mas o que verdadeiramente distingue esta festa são as Danças de Espadas e os Agrupamentos de Castanholas da Tabua.
CONCELHO DE CÂMARA DE LOBOS
Marchas Populares de São Pedro – têm lugar no final de Julho e consistem num desfile com centenas de figurantes, divididos em grupos representativos de diversas instituições sociais e culturais do Concelho. Este evento está integrado nas Festas do Verão e do Peixe Espada Preto.
Festival Art Mar – este festival que se realiza na 2ª semana de Setembro e, em 2008, entra na sua 3ª edição. Tem-se distinguido por trazer ao Concelho de Câmara de Lobos importantes artistas musicais nacionais, como Mariza, Madredeus e Ana Moura. Os espectáculos realizam-se no Jardim do Ilhéu, no centro da Cidade de Câmara de Lobos. Para além da qualidade dos concertos e da beleza natural do cenário envolvente, toda a zona é magnificamente decorada, o que torna o recinto num local acolhedor e faz com que este seja um festival inesquecível.
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Vida Nocturna |

A Madeira não é um destino turístico especializado em vida nocturna, como Ibiza ou as Ilhas Canárias, até porque a maioria dos visitantes que cá vêm são de uma faixa etária cuja prioridade não são as discotecas e os bares. No entanto, tendo em conta que a Madeira tem uma população bastante jovem e os menos jovens também gostam de sair à noite durante os fins-de-semana, a oferta nesta área não é negligenciável.
Cafés & Pubs
White House Pub (em plena zona turística, na Rua da Casa Branca), Number 2 (perto do Pestana Madeira Carlton), Space Rocket Bar, Moynihans Irish Bar (ambos na Rua da Imperatriz Dona Amélia, perto do Casino Park Hotel), Café do Teatro (junto ao Teatro Municipal), Bar do Museu (centro da cidade – no Largo do Colégio)

Bares & Clubes Nocturnos
Se quer ouvir música ao vivo, dançar ou beber um copo numa esplanada experimente o Bar da Cidade (à frente do Hotel Savoy), o Taverna Bar (no interior do Pestana Madeira Carlton) e o FX Bar (na Avenida do Mar do lado oposto à marina).
Discotecas
Existem várias discotecas, dirigidas a todos os públicos.
A discoteca ‘Chameleon’, frequentada por uma faixa etária entre os 30 e 40, situa-se um pouco abaixo do Pestana Madeira Carlton. O ‘Copacabana’, na cave do Casino da Madeira, é uma grande discoteca, onde poderá usufruir de música ao vivo até à 01.00 h antes de começarem os sons gravados do DJ.
À frente da pontinha estão o ‘Marginal’ e o ‘Jam’ (ambos abertos de Quarta a Domingo e nas noites que antecedem feriados das 24.00 às 06.00 h), são duas discotecas, a primeira frequentada pelos mais jovens, a segunda pelos trintões. A discoteca ‘Vespas’ (aberta de Quarta a Domingo e nas noites que antecedem feriados das 24.00 às 06.00 h) é a rainha da noite na Madeira, que tem sobrevivido a todas as modas e continua pujante. Esta discoteca é maioritariamente frequentada por jovens adolescentes madeirenses.
Na cidade de Machico, a noite também é animada e merece a sua visita. É lá que existe a Discoteca La Barca, animada e de grande dimensão, situada na Praceta 25 de Abril. Às 3ªs., 4ªs. e 5ªs. funciona com música ambiente e sala de bilhares. À 6ª, Sábado e Domingo passa a discoteca a 100 por cento, aberta das 22h00 às 06h00 da manhã.
Acompanhantes
Para este tipo de divertimento, o local indicado é o Clube Meia-noite, localizado no Entreposto da Cancela, entre o Funchal e o Caniço, aberto todos os dias das 23h00 às 06h00, com o telefone 96 8909704 www.escortmadeira.com
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Galeria |
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